Ela está no meio de nós
DOI:
https://doi.org/10.59360/ouricuri.vol11.i1.a12787Resumo
Desde quando se olha o céu, admirando a imensidão de estrelas na escuridão da noite, Ela está lá. Visto que já se faziam isso há centenas, milhares, quicá, milhões de anos. Ela sempre esteve entre nós e, muito provavelmente, sempre estará. O olhar contemplativo, reflexivo, comprobatório ou desobediente está em todas as coisas e causas para se confirmar a Sua existência, não como fato, mas como dúvida, como descobrimento, arrefecimento e desconstrução. E, ainda que nada disso chegue a existir, Ela estará ali, do lado. Desde que se construíram a primeira obra da engenharia, da comunicação, da medicina, do comércio, Ela sempre esteve, atualizando fatos, construindo tendências, corrigindo defeitos, possibilitando retornos. Entre as atividades técnicas ou práticas, das ciências ou das artes, do possível e do imaginável, resta-Lhe o principal alcance do pódio, a cereja do bolo, o ponto final (ou as reticências) do texto. Ela é mãe e filha dos textos.
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B1 (2017-2020)















