Edições anteriores

  • Paulo Freire e a Educação de Jovens e Adultos
    v. 4 n. 7 (2021)

    No contexto das celebrações do centenário de nascimento de Paulo Freire, o teórico, filósofo da educação e educador brasileiro mais estudado, citado e homenageado no mundo, e, desde 2012, declarado Patrono da educação brasileira, a Revista Educação e Ciências Sociais (RECS) tem a honra de apresentar a seus leitores e leitoras, por meio do volume 4 e número 7, um dossiê que tem como objetivo discutir acerca da Educação de Jovens e Adultos e as contribuições de Paulo Freire para o campo da EJA em contextos escolares e não escolares.

  • Educação escolar e Ciências Sociais
    v. 4 n. 6 (2021)

    O mais novo volume da Revista Educação e Ciências Sociais - RECS (ISSN: 2595-9980) oferece aos seus leitores profundas reflexões sobre educação, inclusão, comunicação e valorização do profissional docente, através de seus artigos. Os artigos relatam experiências em pesquisas desenvolvidas em torno de importantes temas relacionados à educação, condição e inclusão social, valorização do professor e sociologia da educação. Os textos apresentam resultados capazes de aguçar a nossa percepção crítica sobre questões centrais sensíveis ao ensino e ao arranjo social. Aprofundando e ampliando conhecimentos potencializadores do bem estar social através do ensino e da democracia.

     

    Publicação organizada pelos professores Dr. Renan Antônio da Silva (UECE)-  e Dr. Pedro Demo (UNB).

  • (Re)pensar a Raça - através de imaginações e narrativas alternativas
    v. 3 n. 5 (2020)

    Este dossiê temático reúne artigos que se propõem a (re)pensar tais questões de modo alternativo e criativo. Tendo em vista que a maioria das reflexões sobre raça no Brasil, com maior ou menor potência analítica e política, tende a repetir duas conclusões – a existência do preconceito racial em nosso país e a necessidade de valorizar certos elementos de uma cultura negra e popular, como o samba, a devoção das congadas ou os candomblés –, testamos aqui outros modos de imaginar, delimitar ou encarar este tema importantíssimo. Evidentemente ambas as abordagens clássicas citadas foram – e ainda são – fundamentais sob diversos aspectos, porém outras posturas metodológicas e outros arranjos teóricos podem ser proveitosos para, dentre outras coisas, enriquecer, perspectivar e complexificar nossas narrativas sobre a enorme diversidade de tensões e experiências raciais brasileiras. 

    Dr. Vítor Queiroz

    Organizador do Dossiê

  • ISSN 2595-9980 Revista Educação e Ciências Sociais
    v. 1 n. 1 (2018)
    ISSN 2595-9980