https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/issue/feed Cenas Educacionais 2021-02-28T12:30:06-03:00 Ricardo Fraklin de Freitas Mussi rimussi@yahoo.com.br Open Journal Systems <div id="journalDescription"> <p>A Cenas Educacionais (CEDU) (<a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2595-4881#" target="_blank" rel="noopener">e-ISSN: 2595-4881</a>), instituída no ano de 2018, é um veículo oficical de publicação do <a href="http://www.ppgels.uneb.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Ensino, Linguagem e Sociedade</a> da <a href="https://portal.uneb.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade do Estado da Bahia</a> (PPGELS/UNEB). A CEDU é editada, a partir do ano de 2020, em sistema de fluxo contínuo em plataforma eletrônica (e-ISSN 2595-4881), com fluxo contínuo de submissão. O escopo da CEDU é publicar produções sobre Ensino, Educação e Interdisciplinaridade. A CEDU publica dossiês temáticos, relatos de experiências e/ou de casos, artigos originais, revisões de literatura, entrevistas, traduções, resenhas e pontos de vista após aceitos nos idiomas <strong>português, espanhol, francês&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>inglês</strong> conforme normatização apresentada nas diretrizes para autorxs.</p> <div>&nbsp;</div> </div> https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/9539 UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: E A DIDÁTICA COM ISSO? 2021-02-28T12:28:27-03:00 Ana Carolina Reis Pereira carolina-reis@hotmail.com <p>Relatar a experiência vivenciada durante o Estágio Supervisionado realizado no contexto da Educação de Jovens e Adultos, nos terceiros anos do Ensino Médio, no turno noturno, em uma escola pública localizada na cidade de Campinas – SP, durante os meses de fevereiro e março de 2018. Com o objetivo de inventariar a prática pedagógica no cotidiano da sala de aula, problematizamos aspectos da relação ensino-aprendizagem da Educação de Jovens e Adultos com base na leitura dos autores de referência, em nossas observações e nas entrevistas realizadas com a docente. Consideramos que a experiência de estágio proporcionou, através das vivências e discussões acerca do ensinar-aprender, momentos extremamente importantes para compreender e aprender como trabalhar com jovens e adultos, enriquecendo, sobremaneira, a formação docente desde a perspectiva crítica e emancipatória.</p> 2021-01-30T18:05:26-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Carolina Reis Pereira https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/10658 POR UMA DIDÁTICA CRÍTICA E LÚDICA 2021-02-28T12:28:32-03:00 Bernadete de Souza Porto bernadete.porto@gmail.com <p>Neste trabalho iremos analisar a ludicidade na formação inicial de pedagogos, descrevendo-a em importância para a intersecção necessária dos elementos do ensino, dos saberes docentes e ainda, como possibilidade de provimento do pensamento sobre os dilemas da prática, já que permite a expressão da tensão da relação conteúdo e forma e o estreitamento da relação teoria e prática, expondo temas essenciais à compreensão da didática e da formação de professores. A busca de uma síntese da formação inicial de professores, da apropriação da concepção crítica de educação e do papel da criatividade lúdica neste processo constitui a busca do presente artigo.&nbsp; O objetivo desta análise diz respeito, então, à introdução da ludicidade como elemento formador do pedagogo, analisando sua seriedade na apropriação da teoria pedagógica e da constituição dos saberes do conhecimento e pedagógico.</p> 2021-02-03T11:19:36-03:00 Copyright (c) 2021 Bernadete de Souza Porto https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/10655 APRENDIZAGENS DIDÁTICAS PELA ALTERIDADE: EXPERIÊNCIA AUTOFORMADORA NA SUPERVISÃO NO PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA DO IFCE 2021-02-28T12:28:37-03:00 Samara Moura Barreto de Abreu samara.abreu@ifce.edu.br Silvia Maria Nóbrega-Therrien silnth@terra.com.br <p>Centramos atenção nessa escrita para o modo que os sujeitos-autores implicados na supervisão do Pibid Educação Física do IFCE <em>campus </em>Canindé narram e significam as aprendizagens didáticas pela alteridade como processo de autoformação docente. Assim, definimos como objetivo geral analisar as aprendizagens didáticas pela alteridade na experiência autoformadora na supervisão do Pibid no IFCE <em>campus</em> Canindé. Compomos uma itinerância de uma etnopesquisa-formação por compreendê-la numa perspectiva dialógica e colaborativa, situada a um objeto de formação e implicada aos processos heurísticos-formativos. Tomamos o Pibid como contexto da formação, e três professores(as)-supervisores(as) como sujeitos-autores(as) que tiveram um espaço-tempo de 18 meses (agosto de 2018 a fevereiro de 2020) implicados na supervisão desse programa junto ao subprojeto de Educação Física do IFCE <em>campus </em>Canindé. Verificamos que as expressões subjetivas em conformação de alteridade foram manifestadas pelas aprendizagens didáticas/instrumentais: (1) desenvolvimento organizacional e curricular da escola e suas transações temporais da dinâmica social junto aos atores educativos, na medida em que estabelece a relação com a práxis pedagógica da supervisão; (2) constituição e/ou consolidação dos saberes docentes, sobretudo, situados na e pela relação teoria e prática, estando articuladas ao desenvolvimento pessoal e profissional; (3) postura cartográfica como modo de planejamento participativo, dispositivo lúdico e de investigação da própria prática. Alcançamos um lugar de consciência política e crítica que reconhece a alteridade como dimensão estésica e estética do processo de aprendizagem didática em Educação Física, estabelecendo nexos com a transformação social, como caminho de significação humana, e, portanto, existencial em tessitura colaborativa, como dimensão autoformadora.</p> 2021-02-03T13:43:11-03:00 Copyright (c) 2021 Samara Moura Barreto de Abreu, Silvia Maria Nóbrega-Therrien https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/9538 CURRÍCULOS DE HABILITAÇÕES DO ENSINO DE 2° GRAU NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE ENTRE 1971 A 1996 2021-02-28T12:28:41-03:00 Nara Lidiana Silva Dias Carlos nadalid@yahoo.com.br Ilane Ferreira Cavalcante ilane.cavalcanti@ifrn.edu.br Olivia Morais de Medeiros Neta olivianeta@gmail.com <p>O currículo, como qualquer outra produção humana, não é neutro, tem identidade própria ao mesmo tempo em que caracteriza a educação de uma determinada época. Nessa perspectiva, este escrito faz uma apreciação de três currículos das habilitações de Técnico em Contabilidade; Auxiliar de Escritório e Magistério do ensino de 2º grau. Essas habilitações escolhidas estiveram presentes nas quatro mesorregiões do Rio Grande do Norte (RN) e obtiveram altos índices de oferta entre os anos de 1971 e 1996. O objetivo é analisar a relação dessas fontes com as teorias dos currículos da época, com o intuito de compreender qual a vinculação da educação do RN com o mercado de trabalho. Baseadas neste objetivo, nos questionamos: os currículos das habilitações ofertadas no estado do RN, entre 1971 e 1996, tiveram influência do mercado de trabalho e das teorias de currículos tecnicistas que vigoravam à época? Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica e análise documental, no qual as fontes foram coletadas na Secretaria de Estado da Educação e da Cultura. Os resultados indicam que, naquele momento, o currículo tinha sua identidade própria se relacionando aos ideais da produção capitalista, o que implica pronunciar que as necessidades mercadológicas eram mais importantes que as dos sujeitos. As estruturas curriculares quase nada retratam a preocupação em formar um sujeito integral ou em estudar as relações humanas e sociais. Todos esses pontos evidenciam a força do tecnicismo sobre a educação do período em análise.</p> 2021-02-03T14:56:23-03:00 Copyright (c) 2021 Nara Lidiana Silva Dias Carlos, Ilane Ferreira Cavalcante, Olivia Morais de Medeiros Neta https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/8928 A RACIONALIDADE PEDAGÓGICA E OS SABERES SOBRE O ENSINO: UM ESTUDO SOBRE A EPISTEMOLOGIA DA PRÁTICA DOCENTE 2021-02-28T12:28:47-03:00 Maria de Lourdes Tavares Magalhães lourdesmari05@yahoo.com.br Bernadete Souza Porto bernadete.porto@gmail.com <p>A epistemologia da prática docente revela que o trabalho do educador é um espaço criativo de produção dos saberes sobre a docência. O estudo aqui apresentado tem como objetivo geral compreender a epistemologia da prática docente e como objetivos específicos: apreender o conceito de racionalidade pedagógica; analisar como esta racionalidade serve de fundamento para a constituição dos saberes pedagógicos; apreender o conceito de saber pedagógico e analisar como estes saberes são constituídos pelos professores.&nbsp; A metodologia adotada é a qualitativa, especificamente a bibliográfica, conforme aponta Severino (2007). Para análise dos dados provenientes da pesquisa bibliográfica nos amparamos no método de Análise de Conteúdo desenvolvido por Bardin (2011). Assim, nossos objetivos nos guiaram na construção do entendimento de que a epistemologia da prática é um estudo sistemático aceca dos saberes que os professores produzem no cotidiano de suas práticas em confronto com as teorias. Também foi possível delimitar o conceito de racionalidade pedagógica, a qual diz respeito as razões que servem de fundamento para as ações docentes, entende-se, portanto, que a racionalidade pedagógica serve de ponto de ancoragem do saber pedagógico. Elucidamos que o saber pedagógico é aquele que torna o professor capaz de transpor os conteúdos para uma situação de ensino de modo que estes possam ser assimilados pelos alunos. A constituição desses saberes pelos professores se realiza mediante o confronto entre as teorias da educação, que são conhecimentos científicos sistematizados pelos estudiosos da área e as práticas pedagógicas.</p> 2021-02-06T10:00:22-03:00 Copyright (c) 2021 Maria de Lourdes Tavares Magalhães, Bernadete Souza Porto https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/9355 PERIFERIA, PODER E CULTURA: PRATICANDO O CURRÍCULO CULTURAL E A INTERDISCIPLINARIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA 2021-02-28T12:28:50-03:00 Galdino Rodrigues de Sousa galdinorodrigues@yahoo.com.br Wilson Alviano Júnior wilson.alviano@ufjf.edu.br Ricardo Ducatti Colpas ricardo@ufsj.edu.br <p>Trata-se de uma pesquisa-ação que objetiva problematizar como a inter-relação de práticas pedagógicas contribuiu para a promoção de uma educação democrática a partir do reconhecimento das vozes, da gestualidade e das brincadeiras de uma cultura subjugada. Relaciona os estudos culturais e a interdisciplinaridade em busca de renovações nos afazeres pedagógicos. Adota a valorização das práticas culturais dos alunos como fio condutor da proposta, mais especificamente o jogo de “bater cartinhas” ou “bafo” em uma escola estadual localizada na periferia do Espírito Santo. Evitando qualquer resposta definitiva, percebemos maior valorização do trabalho desenvolvido de forma coletiva e em diálogo com o repertório da cultura (corporal) dos alunos. Os estudantes, envolvidos na atividade pedagógica, perceberam-se como produtores de cultura e de novos significados, sujeitos que possuem e disseminam conhecimento e cultura. Ainda que algumas etapas do processo não tenham caminhado conforme esperado, esse objetivo central, fundamental no currículo cultural, foi atingido, e o trabalho dos professores, potencializado pelo agir interdisciplinar.</p> 2021-02-06T19:16:40-03:00 Copyright (c) 2021 Galdino Rodrigues de Sousa, Wilson Alviano Júnior, Ricardo Ducatti Colpas https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/10231 FORMAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: DAS EXIGÊNCIAS LEGAIS AOS DESAFIOS REAIS DA INCLUSÃO EDUCACIONAL 2021-02-28T12:28:55-03:00 Jacqueline Lidiane de Souza Prais jacqueline_lidiane@hotmail.com Hallison Fernando Rosa hallison.fernando@gmail.com <p>Este artigo discute sobre a inclusão educacional e a necessidade/importância da formação didático-pedagógica dos professores universitários na educação superior. Parte do problema de pesquisa: de que maneira a formação do professor universitário tem sido contemplada no contexto da inclusão educacional? Essa questão é relevante, pois polariza-se a discussão para docência na educação básica, mas é na educação superior que a formação inicial oferece subsídios teóricos e práticos aos licenciandos que atuarão como docentes no primeiro nível da educação brasileira, bem como, a formação pedagógica dos professores universitários é um dos aspectos a ser problematizado no contexto da efetivação da inclusão. Tem como objetivos específicos: (i) explicitar bases legislativas sobre a formação docente para atuar na educação superior; (ii) apresentar subsídios necessários à formação do professor universitário no contexto da inclusão educacional; (iii) apontar desafios sobre a inclusão na educação superior relacionada à formação didático-pedagógica dos professores universitários. Utiliza como metodologia a pesquisa bibliográfica complementada pela análise documental na modalidade qualitativa. Tem como principais resultados: o requisito de ingresso como docente na educação superior não expressa preocupação com a formação pedagógica. A formação na pós-graduação enfatiza a realização de pesquisa e a promoção de pesquisadores. A democratização da educação superior, em especial, aos alunos com deficiência por meio de políticas afirmativas, expressam o direito de acesso, esbarra no desafio da capacitação docente para satisfazer as necessidades de aprendizagem dos alunos. Oferece uma contribuição ao campo da formação docente para a inclusão educacional de alunos com deficiência voltada para professores universitários.</p> 2021-02-07T17:49:10-03:00 Copyright (c) 2021 Jacqueline Lidiane de Souza Prais, Hallison Fernando Rosa https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/9348 PAULO FREIRE E OS DIREITOS HUMANOS: POR UM DIÁLOGO EFETIVO 2021-02-28T12:28:58-03:00 Cloris Violeta Alves Lopes cloris-carlos@uol.com.br Kátia Aparecida da Silva Nunes Miranda katia-nmiranda@hotmail.com <p>Busca-se com este artigo refletir e ampliar os debates sobre as contribuições epistemológicas de Paulo Freire que se aproximam das concepções voltadas às garantias dos Direitos Humanos. Assim, pretende-se a partir das reflexões levantadas pelo educador, analisar a contribuição da educação em direitos humanos na formação humana e para o exercício da cidadania de forma crítica e significativa. Para tanto, agregam-se a Freire (1971, 1979, 1980, 2001, 2005) neste estudo, como aporte para a sustentação teórica e ampliação das concepções apontadas, além das normativas legais, os seguintes autores: Benevides (1996, 2003), Candau et al (2013), Gadotti (2001) e Padilha (2008). Será, para além de uma percepção teórica e metodológica, que se apresenta neste artigo a educação em direitos humanos como um movimento que visa contribuir com exercício da cidadania, promovendo a aproximação e o diálogo entre a educação e direitos humanos, como direito e garantia inerentes a todos os cidadãos.</p> 2021-02-09T14:11:31-03:00 Copyright (c) 2021 Cloris Violeta Alves Lopes, Kátia Aparecida da Silva Nunes Miranda https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/10773 ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ENTRE MUROS E GRADES: NARRATIVAS (AUTO)BIOGRÁFICAS E REFLEXÕES COMPARTILHADAS 2021-02-28T12:29:42-03:00 Karine de Almeida Müller profkarinemuller@gmail.com Ueliton Peres de Oliveira uelitonoliveira@sesp.mt.gov.br Willian Lazaretti da Conceição will_lazaretti@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo analisar as narrativas (auto)biográficas de uma professora e dois professores de Educação Física e suas respectivas experiências com o ensino da Educação Física e na Gestão no contexto situado da socioeducação, especificamente na medida socioeducativa de internação em três Instituições responsáveis pela execução da medida socioeducativa de internação em diferentes Estados. As narrativas (auto)biográficas enquanto método permitiu que cada docente narrasse livremente a sua trajetória a fim de identificar as dinâmicas da ação docente nesse espaço peculiar de educação formal, respeitando as especificidades de cada região. Como resultados foi possível identificar que não há uma didática específica para este contexto, ou seja, não há que se pensar num currículo diferenciado, mas sim, em formação inicial e continuada que contemplem as legislações específicas, bem como, estudos de caso e a criação de fóruns que discutam efetivamente o que é educação em direitos humanos em busca da justiça social.</p> 2021-02-13T14:09:10-03:00 Copyright (c) 2021 Karine de Almeida Müller, Ueliton Peres de Oliveira, Willian Lazaretti da Conceição https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/10656 A DIDÁTICA E A ANCESTRALIDADE: A CONGADA COMO UMA PRÁTICA SOCIAL 2021-02-28T12:29:52-03:00 Tatiane Pereira de Souza afroeducar@gmail.com <p>O que faz a Congada também ser considerada como prática social? Buscando responder essa indagação, este ensaio apresenta compreensões da educação em diálogo com a filosofia da libertação, para compreender a Congada como uma prática social que elabora e produz processos educativos próprios da participação e do compromisso com o percurso histórico das pessoas que ao pronunciarem o mundo vão se fazendo, refazendo, libertando-se e anunciando a transformação da realidade para si e para os outros.</p> 2021-02-15T10:45:56-03:00 Copyright (c) 2021 Tatiane Pereira de Souza https://www.revistas.uneb.br/index.php/cenaseducacionais/article/view/9523 VENDO A INCLUSÃO ESCOLAR PELAS LENTES DA DIVERSIDADE CULTURAL: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM ESTUDOS SOCIAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL 2021-02-28T12:30:06-03:00 Anderson Araújo-Oliveira Araujo-oliveira.anderson@uqam.ca <p>Nas escolas do Quebec, a diversidade cultural é abordada, entre outras maneiras, pela Grande Área de Formação (GAF) intitulada "Cidadania et viver-juntos", cujo objetivo principal é “permitir que os alunos participem da vida democrática da sala de aula ou da escola e desenvolvam uma atitude de abertura ao mundo e de respeito pela diversidade” (Gouvernement du Québec, 2001, p. 50). O cumprimento desse&nbsp;objetivo&nbsp;requer&nbsp;diferentes aprendizagens escolares, particularmente aquelas realizadas nas disciplinas específicas aos estudos sociais (história,&nbsp;geografia&nbsp;e&nbsp;educação&nbsp;para&nbsp;a cidadania) (Gouvernement du Québec, 2001). No entanto, é necessário reconhecer a grande dificuldade dos professores em compreender e levar em consideração as GAF em suas práticas cotidianas bem como a ausência de propostas oficiais para o tratamento didático da diversidade no ambiente escolar (Conseil supérieur de l’éducation, 2007). Este artigo propõe uma reflexão preliminar sobre a&nbsp;questão da&nbsp;diversidade&nbsp;cultural nas escolas a partir de uma análise crítica do lugar ocupado pela diversidade cultural&nbsp;no currículo escolar&nbsp;do&nbsp;Quebec e tratamento didático a ela reservado nas atividades de ensino-aprendizagem planejadas por futuros professores. O objetivo do&nbsp;artigo é&nbsp;traçar um&nbsp;arcabouço&nbsp;conceitual que permita delinear um modelo de tratamento didático da diversidade no ensino dos estudos sociais no nível fundamental e, posteriormente, analisar as práticas docentes prescritas (no discurso oficial, nos livros didáticos), declaradas (discurso dos professores sobre suas próprias práticas planejadas) e efetivas (práticas implementadas concretamente pelos professores) dentro desta disciplina.</p> 2021-02-15T19:17:34-03:00 Copyright (c) 2021 Anderson Araújo-Oliveira