As tranças de minha mãe
tecendo saberes e subjetividades no campo da LIJU baiana
DOI:
https://doi.org/10.30620/gz.v13n2.p121Palavras-chave:
Literatura infantojuvenil. Formação docente e discente. Fabulação antirracista.Resumo
O presente estudo propõe uma reflexão sobre a importância da literatura Infantojuvenil (LIJU), com linguagem antirracista, em contextos pedagógicos, auxiliando na politização da formação subjetiva de educandos e no arcabouço Intelectual do corpo docente. Para tanto, elege-se o livro As tranças de minha mãe, da escritora baiana Ana Fátima Santos. A partir da referida produção, discorre-se sobre a relevância da citada vertente na sala de aula para a formação docente e discente, contando com o apoio dialógico de Intelectuais que questionam o racismo estrutural de nossa sociedade presente, portanto, na escola e em seu aparato discursivo e propõem a literatura como ferramenta importante na desconstrução dessa problemática. Mediante a pesquisa bibliográfica, dialogamos com distintas fontes da área, entre outras, a exemplo de Coelho (2000), Lima (2015), Gomes (2011), Pinheiro (2023) e Oliveira (2003). Por fim, espera-se disseminar o debate, reforçando a potência desses enredos, bem como as demandas que referidas narrativas ensejam no campo subjetivo, Intelectual, educacional e editorial.
Submissão: 30 mai. 2025 ⊶ Aceite: 03 out. 2025
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Referências
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