Sucessão familiar em territórios de reforma agrária
modos de ser e estar no mundo da segunda geração assentada
DOI:
https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2026.v35.n82.p238-255Palavras-chave:
Educação Popular, Educação não formal, Educação LibertadoraResumo
O presente artigo tem como objetivo compreender os aprendizados gerados pela prática social da sucessão geracional vivenciada pela segunda geração de camponeses assentados no Projeto de Desenvolvimento Sustentável Santa Helena, assentamento rural do município de São Carlos/SP. Além de mobilizar um referencial teórico próprio ao campo da educação e da sociologia, os procedimentos metodológicos deste trabalho foram fundamentados em abordagem qualitativa orientada por uma perspectiva fenomenológica. Os principais resultados deste estudo referem-se à compreensão de processos educativos vivenciados pela nova geração camponesa, relativos à valorização dos atributos característicos da vida no meio rural, à proeminência dada pelos jovens à qualidade das condições econômicas e de trabalho na roça, e à existência de formas solidárias, respeitosas e dialógicas de resolução de problemas e tomadas de decisão estabelecidas entre os membros familiares no processo de convivência geracional.
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Atualizado em 15/07/2017

