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<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.3 20210610//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.3/JATS-journalpublishing1-3.dtd">
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			<journal-id journal-id-type="publisher-id">faeeba</journal-id>
			<journal-title-group>
				<journal-title>Rev. FAEEBA - Ed. e Contemp.</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. FAEEBA - Ed. e Contemp.</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="epub">2358-0194</issn>
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				<publisher-name>Universidade do Estado da Bahia</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.21879/faeeba2358-0194.2025.v34.n78.p240-254</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Artigo</subject>
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				<article-title>ESTILOS DE USO DOS ESPAÇOS VIRTUAIS: ANÁLISE DA EAD DE UMA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA</article-title>
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					<trans-title>USAGE STYLES OF VIRTUAL SPACES: ANALYSIS OF DISTANCE EDUCATION AT A COMMUNITY UNIVERSITY</trans-title>
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					<trans-title>ESTILOS DE USO DE LOS ESPACIOS VIRTUALES: ANÁLISIS DE LA EDUCACIÓN A DISTANCIA EN UNA UNIVERSIDAD COMUNITARIA</trans-title>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0001-9935-4260</contrib-id>
					<name>
						<surname>Oliveira</surname>
						<given-names>Édison Trombeta de</given-names>
					</name>
					<bio>
						<p><sup>*</sup> Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo. Professor Adjunto I da Universidade de Sorocaba. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba. Líder do Grupo de Pesquisa TEIA - Tecnologias, Escola, Inovação e Aprendizagem. Sorocaba, SP, Brasil. E-mail: <email>edisontrombeta@gmail.com</email>
						</p>
					</bio>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0001-8448-9808</contrib-id>
					<name>
						<surname>Caldini</surname>
						<given-names>Carolina</given-names>
					</name>
					<bio>
						<p><sup>**</sup> Doutoranda em Educação pela Universidade de Sorocaba. Professora da rede municipal de ensino de Sorocaba. Integrante do Grupo de Pesquisa TEIA - Tecnologias, Escola, Inovação e Aprendizagem. Sorocaba, SP, Brasil. E-mail: <email>carolina.mestrado20@gmail.com</email>
						</p>
					</bio>
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				</contrib>
				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0009-0009-8086-3132</contrib-id>
					<name>
						<surname>Titonelli</surname>
						<given-names>Andressa de Abreu Miranda</given-names>
					</name>
					<bio>
						<p><sup>***</sup> Mestranda em Educação pela Universidade de Sorocaba. Integrante do Grupo de Pesquisa TEIA - Tecnologias, Escola, Inovação e Aprendizagem. Sorocaba, SP, Brasil. E-mail: <email>andressa.titonelli@uniso.br</email>
						</p>
					</bio>
					<xref ref-type="aff" rid="aff3"/>
				</contrib>
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				<institution content-type="orgname">Universidade de Sorocaba</institution>
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			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic"><day>12</day><month>01</month><year>2026</year></pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<year>2026</year>
			</pub-date>
			<volume>34</volume>
			<issue>78</issue>
			<fpage>240</fpage>
			<lpage>254</lpage>
			<history>
				<date date-type="received">
					<day>17</day>
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					<year>2025</year>
				</date>
				<date date-type="accepted">
					<day>20</day>
					<month>05</month>
					<year>2025</year>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original seja corretamente citado.</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>RESUMO</title>
				<p>Este artigo investiga como as disciplinas do Programa Vida &amp; Carreira da Universidade de Sorocaba (UNISO) promovem a exploração de estilos de uso dos espaços virtuais para aprimorar o processo educativo e a aprendizagem dos estudantes. O programa, composto por componentes curriculares a distância, integra reflexões e práticas sobre cidadania, autocuidado e formação integral. A pesquisa qualitativa envolveu observação sistemática no Ambiente Virtual de Aprendizagem da Uniso, focando nos componentes oferecidos no segundo semestre de 2024. Os dados foram analisados por categorização, identificando quatro estilos distintos de uso dos espaços virtuais. Os resultados destacam a importância de iniciativas pedagógicas eficazes e mostram que estratégias docentes adaptadas ao contexto dos estudantes contribuem para estimular participação e engajamento.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>This article investigates how the courses of the <italic>Vida &amp; Carreira</italic> Program at the University of Sorocaba (UNISO) promote the exploration of styles of virtual space to enhance the educational process and student learning. The program, composed of distance learning courses, integrates reflections and practices on citizenship, self-care, and holistic development. The qualitative research involved systematic observation in UNISO’s Virtual Learning Environment, focusing on courses offered in the second semester of 2024. The data was analyzed through categorization, identifying four distinct styles of virtual space use. The results highlight the importance of effective pedagogical initiatives and show that teaching strategies adapted to students’ contexts contribute to encouraging participation and engagement.</p>
			</trans-abstract>
			<trans-abstract xml:lang="es">
				<title>Resumen</title>
				<p>Este artículo investiga cómo las asignaturas del Programa <italic>Vida &amp; Carreira</italic> de la Universidad de Sorocaba (UNISO) promueven la exploración de estilos de uso de los espacios virtuales para mejorar el proceso educativo y el aprendizaje de los estudiantes. El programa, compuesto por asignaturas en modalidad a distancia, integra reflexiones y prácticas sobre ciudadanía, autocuidado y desarrollo integral. La investigación cualitativa incluyó observación sistemática en el Entorno Virtual de Aprendizaje de UNISO, centrándose en las asignaturas ofrecidas en el segundo semestre de 2024. Los datos fueron analizados mediante categorización, identificando cuatro estilos distintos de uso de los espacios virtuales. Los resultados destacan la importancia de iniciativas pedagógicas eficaces y muestran que las estrategias docentes adaptadas al contexto de los estudiantes contribuyen a fomentar la participación y el compromiso.</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chaves:</title>
				<kwd>Estilos de Uso do Espaço Virtual</kwd>
				<kwd>Práticas Educativas</kwd>
				<kwd>Educação a Distância.</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>Styles of Using Virtual Space</kwd>
				<kwd>Educational Practices</kwd>
				<kwd>Distance Education.</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="es">
				<title>Palabras clave:</title>
				<kwd>Estilos de uso del espacio virtual</kwd>
				<kwd>Prácticas Educativas</kwd>
				<kwd>Educación a Distancia.</kwd>
			</kwd-group>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>Introdução<sup><xref ref-type="fn" rid="fn1">1</xref></sup></title>
			<p>A Educação a Distância (EaD) é definida pelo Decreto Nº 9.057, de 25 de maio de 2017, como uma modalidade de ensino em que a mediação didático-pedagógica ocorre por meio de tecnologias de informação e comunicação, permitindo que docentes e discentes realizem atividades em tempos e espaços distintos (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Brasil, 2017</xref>).</p>
			<p>Desde o início do século XVIII, a EaD tem sido uma alternativa para expandir e democratizar o ensino globalmente. Esse modelo permite que pessoas com restrições financeiras, de tempo ou de localização geográfica também possam ter acesso à educação (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Souza <italic>et al</italic>., 2022</xref>). Nesse sentido, à medida que as tecnologias evoluem, o processo de ensino e de aprendizagem passa por transformações significativas, especialmente no contexto da EaD.</p>
			<p>Contudo, segundo <xref ref-type="bibr" rid="B16">Souza <italic>et al.</italic> (2022)</xref>, é importante destacar que, embora a modalidade de ensino a distância promova o acesso, ela também pode gerar exclusão ao não alcançar uma parte da população digitalmente excluída.</p>
			<p>Para os autores, “não é possível pensar em uma educação a distância de qualidade e verdadeiramente inclusiva sem pensar em políticas públicas que visem diminuir as desigualdades sociais, sobretudo, em países subdesenvolvidos” (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Souza <italic>et al</italic>. 2022</xref>, p. 178).</p>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B13">Oliveira (2022)</xref>, a EaD busca integrar diversos meios, como plataformas online, videoaulas, e interações virtuais, criando assim uma dinâmica e abordagem pedagógica que transcende as fronteiras físicas das instituições educacionais convencionais.</p>
			<p>Ou seja, ambientes virtuais de aprendizagem, como os oferecidos pelo Moodle e outras plataformas, possibilitam o uso de recursos multimídia, fóruns de discussão, aulas ao vivo e atividades interativas, promovendo uma experiência educacional flexível e adaptada às necessidades individuais dos alunos. Essas inovações permitem que educadores implementem abordagens pedagógicas mais dinâmicas e personalizadas, facilitando o acesso ao aprendizado em diferentes tempos e espaços.</p>
			<p>Neste cenário, a EaD conecta estudantes e docentes de diferentes regiões e promove oportunidades de aprendizagem contínua e inclusiva. Além de flexibilizar o tempo e o espaço da educação, a EaD se adapta aos desafios e às demandas contemporâneas, oferecendo um ambiente dinâmico que integra inovação e acessibilidade.</p>
			<p>A utilização dos estilos de uso dos espaços virtuais no ensino superior tem sido considerada uma maneira eficaz de assegurar que o ensino adote estratégias pedagógicas mais diversificadas para promover a aprendizagem (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Duarte; Barros, 2024</xref>).</p>
			<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B5">Barros (2020)</xref>, os estilos de uso desempenham um importante papel na garantia de resultados nos processos de ensino e aprendizagem em ambientes virtuais. Assim, a adaptação das estratégias pedagógicas aos diversos estilos de aprendizagem se revela essencial para aumentar o engajamento e a eficácia dos processos educacionais.</p>
			<p>Compreende-se, assim, que a incorporação dos estilos de uso dos espaços virtuais no ensino superior não só diversifica as estratégias pedagógicas, como também promove a personalização do ensino, adaptando-se às necessidades individuais dos alunos.</p>
			<p>Nesse sentido, é essencial que os educadores compreendam como ocorre essa prática pedagógica no ambiente virtual, pois a didática vai além da simples transmissão de conteúdos, envolvendo também o reconhecimento das características e necessidades individuais dos alunos, bem como a integração adequada das ferramentas tecnológicas (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Duarte; Barros, 2024</xref>).</p>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2008)</xref>, cada do aluno possui uma forma singular de interagir com os conteúdos, e a identificação desses estilos - ativo, reflexivo, teórico e pragmático - possibilita um ensino mais personalizado e inclusivo. Em ambientes virtuais, essa diversidade de estilos se expressa em diferentes usos do espaço digital, abrangendo desde atividades colaborativas até a pesquisa independente, o planejamento estruturado e a prática produtiva.</p>
			<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B3">Barros, Okada e Kenski, (2012</xref>, p. 13) “A teoria não tem por objetivo medir os estilos de cada indivíduo e rotulá-lo de forma estruturada e rígida. A proposta é a de auxiliareducadores e os próprios aprendizes a identificar o estilo de maior predominância”.</p>
			<p>Portanto, ao compreender que cada aluno possui características singulares e traz consigo vivências e formas próprias de aprender, é possível transformar e enriquecer sua trajetória educacional digital.</p>
			<p>Nessa perspectiva, a Universidade de Sorocaba (UNISO) que, desde 2022, motivada pelas recentes mudanças no ensino superior, nos avanços da tecnologia e na percepção dos jovens, implementou novos princípios para as matrizes dos cursos. Entre eles, instituiu o Programa Vida &amp; Carreira (V&amp;C), caracterizado por um conjunto de componentes curriculares ofertados a Distância, que vão além da formação técnica dos estudantes, trazendo reflexões e práticas de cidadania na vida e carreira dos estudantes.</p>
			<p>Os estudantes, de acordo com o tempo de duração do seu curso, devem cursar diversos componentes do V&amp;C. Por exemplo, para um curso de cinco anos, o discente terá seis componentes, sendo cinco de escolha do aluno e um, titulado Universidade e Transformação Social, obrigatório a todos os alunos da Instituição de Ensino Superior (IES).</p>
			<p>No momento da escolha, a autonomia e a independência dos alunos começam a ser estimuladas, uma vez que eles recebem no início do período letivo, durante o processo de matrícula ou rematrícula, via e-mail, a relação de componentes ofertados naquele semestre pelo V&amp;C.</p>
			<p>As aulas e atividades seguem prazos de abertura e encerramento, permitindo que os alunos organizem ao longo do semestre sua trilha de aprendizagem. A instituição utiliza o <italic>Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment</italic> (Moodle) como plataforma institucional, e os alunos recebem orientações e informações sobre o acesso no início do período letivo por meio de diversos canais de comunicação (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Oliveira <italic>et al.</italic>, 2024</xref>).</p>
			<p>Todo o material didático do V&amp;C, foi elaborado por docentes mestres e doutores da IES, e segue uma estruturação padrão de dez aulas, sete atividades avaliativas, uma atividade participativa e uma prova final, além de fórum de interação entre os discentes. O componente curricular é ofertado na modalidade EaD e as aulas são atribuídas a partir da comprovação de Formação para Docência Online e regras internas da IES, vale ressaltar que, o curso de formação é oferecido pela equipe multidisciplinar em formato de curso livre.</p>
			<p>Os componentes são acompanhados pelo Núcleo de EaD da IES, intitulado Centro de Educação e Tecnologia (CET), que também é responsável por apoiar a transposição do material didático e pela organização das salas virtuais, por meio da equipe multidisciplinar.</p>
			<p>Frente a estas informações, o presente artigo tem como objetivo investigar como as disciplinas do Programa Vida &amp; Carreira da Universidade de Sorocaba (UNISO) promovem a exploração de diferentes estilos de uso dos espaços virtuais, visando aprimorar a eficácia do processo educativo e favorecer a aprendizagem dos estudantes.</p>
			<p>Desta forma, foi realizado um recorte dos componentes ofertados no segundo semestre de 2024 para coletar os dados por meio da observação sistemática no AVA e foram analisados a partir de quatro categorias de estilos de uso de espaços virtuais.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>Referencial teórico</title>
			<p>Ao longo dos anos, a tecnologia tem evoluído de forma contínua, promovendo mudanças significativas em diversos setores da sociedade. Na educação, esses avanços têm derrubado barreiras físicas, revolucionando a maneira como o aprendizado ocorre, especialmente no que diz respeito ao ensino a distância.</p>
			<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B8">Kerbauy e Santos (2011)</xref>, as tecnologias comunicacionais têm um papel fundamental na transformação das percepções humanas, refletindo as mudanças sociais de cada período histórico. Inicialmente, a invenção do alfabeto alterou a maneira como o homem estruturava seu pensamento. Atualmente, a sociedade tecnológica é formada pelo computador e pela internet, e, à medida que as tecnologias evoluíram, o intervalo entre elas foi diminuindo.</p>
			<p>Segundo <xref ref-type="bibr" rid="B9">Kenski (2010)</xref>, o avanço tecnológico possibilitou novas formas de aprendizagem, demandando a adoção de comportamentos, valores e atitudes inovadoras, essenciais para o atual estágio de desenvolvimento da sociedade.</p>
			<p>É importante destacar que, com esse avanço, houve um aumento na demanda por cursos a distância, resultando na expansão das ofertas dessa modalidade, o que fez com que o termo EaD se tornasse cada vez mais frequente, tanto no meio acadêmico quanto entre a população em geral (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Lima; Andriola, 2016</xref>). A popularização do conceito EaD está ligada à forma como ela foi sendo estruturada e compreendida no contexto educacional.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B11">Moore e Kearsley (2008)</xref> definem a EaD como um processo de ensino e aprendizagem planejado, no qual alunos e professores estão em locais diferentes. Esse modelo utiliza tecnologias para transmitir informações e viabilizar a interação, exigindo técnicas específicas para o desenvolvimento e instrução dos cursos.</p>
			<p>Com o avanço da tecnologia e a crescente popularização da EaD, essa modalidade passou por diversas transformações, ampliando suas abordagens de ensino. No início, era baseada no ensino por correspondência, que consistia no envio de materiais impressos pelos correios e na devolução das atividades concluídas pelos estudantes. Esse método era lento, mas oferecia uma oportunidade valiosa para aqueles que, devido à distância ou limitações pessoais, não podiam frequentar escolas tradicionais.</p>
			<p>Com o passar do tempo, outras formas de ensino foram implementadas, como o uso do rádio, que permitia a transmissão de aulas ao vivo ou gravadas, e da televisão, que ampliava ainda mais o alcance, permitindo que um número maior de estudantes pudesse assistir às aulas de forma simultânea. Essas inovações tornaram a EaD mais acessível e começaram a oferecer possibilidades de interação mais imediata, embora ainda limitadas.</p>
			<p>Atualmente, as Novas Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) transformaram a EaD, tornando o conhecimento acessível em tempo real, por meio da internet e dispositivos móveis. A consolidação dessa transformação veio com os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs), como <italic>Moodle</italic> e <italic>Google Classroom</italic>, que centralizam os recursos educacionais, proporcionando uma experiência de aprendizagem dinâmica e interativa.</p>
			<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B14">Oliveira <italic>et al</italic>. (2024</xref>, p. 137),</p>
			<disp-quote>
				<p>A ascensão dos ambientes virtuais de aprendizagem, viabilizada pelas tecnologias digitais, estabelece novos cenários que coexistem de forma simultânea com o ambiente físico [...]. Essa interseção entre o mundo online e o mundo offline abre portas para a criação de espaços educacionais completamente distintos e inovadores. [...] Nesse horizonte, ao integrar as tecnologias digitais aos processos educacionais, os ambientes virtuais não apenas ampliam o acesso à informação, mas também fomentam a comunicação interpessoal de maneira instantânea e global. Essa conectividade facilita o desenvolvimento de projetos colaborativos, fortalecendo a coordenação de atividades e estimulando a construção coletiva do conhecimento.</p>
			</disp-quote>
			<p>Essa transformação no cenário educacional, proporcionada pelos ambientes virtuais de aprendizagem, reflete uma mudança não apenas na forma de compartilhar conhecimento, mas também nos métodos de construção e organização desse conhecimento.</p>
			<p>Sobre ambientes virtuais de aprendizagem, <xref ref-type="bibr" rid="B12">Oliveira (2019</xref>, p. 49-50), esclarece que:</p>
			<p>Os AVA possibilitam o uso intencional e a aplicação de materiais e dos recursos, bem como o estabelecimento de interação, mediação e interatividade entre os atores do processo educacional, como estudantes, professores, tutores e demais membros da instituição. Permitem as atividades de ensino-aprendizagem para o processo de educacional apoiado pelas tecnologias. E um espaço na web no qual podem ser organizadas várias ferramentas, nativas do AVA selecionado ou não, como possibilidades de exposição de conteúdos de diversas áreas, uma série de formatos para atividades e interações, recursos tecnológicos para diversos fins (chats, fóruns, e-mails etc.) e recursos para avaliação.</p>
			<p>Nesse contexto, a aprendizagem virtual segue uma abordagem estruturada, na qual o processo é dividido em etapas sequenciais, garantindo que os estudantes não apenas acessem a informação, mas também a organizem e a integrem de maneira personalizada. Conforme <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref>, esse modelo facilita a personalização do aprendizado, respeitando os diferentes ritmos e modos de aprendizagem, e culminando em uma aplicação multimídia que potencializa a experiência educacional.</p>
			<p>No ambiente virtual, a aprendizagem se desenvolve por meio de etapas sequenciais: inicialmente, um estímulo previamente planejado motiva a busca por dados e informações; posteriormente, os conteúdos obtidos são organizados de forma personalizada, respeitando os modos individuais de análise, síntese e estruturação; por último, é criada uma aplicação multimídia utilizando os recursos disponíveis (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol; Barros; Gitahy, 2021</xref>).</p>
			<p>Nesse contexto, os estímulos presentes no ambiente virtual exercem um papel significativo na forma como os estudantes assimilam as informações. Conforme <xref ref-type="bibr" rid="B2">Barros (2009</xref>, p. 61), “mais rapidez na leitura e visualização textual; maior capacidade de dar atenção a uma diversidade de opções ao mesmo tempo; percepção aguçada para seleção de informação; uso da imagem como referencial; e a visualização do texto como uma imagem”.</p>
			<p>A análise de estilos de aprendizagem em ambientes virtuais, conforme discutido por <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2008)</xref>, sugere a importância de adaptar estratégias pedagógicas às preferências individuais dos alunos, utilizando os recursos da educação a distância para promover um <bold><xref ref-type="table" rid="t1">Quadro 1</xref></bold> - Os estilos de uso dos espaços virtuais aprendizado mais personalizado.</p>
			<table-wrap id="t1">
				<label>Quadro 1</label>
				<caption>
					<title>Os estilos de uso dos espaços virtuais</title>
				</caption>
				<table>
					<thead>
						<tr>
							<th style="background-color: #c1d7ec;">ESTILO PARTICIPATIVO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO DE BUSCA E PESQUISA</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO DE ESTRUTURAÇÃO E PLANEJAMENTO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO DE AÇÃO CONCRETA E PRODUÇÃO</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td align="left" valign="top">Este estilo destaca-se pelo envolvimento ativo dos participantes, promovendo interações colaborativas e incentivando a troca de ideias entre os estudantes e entre estudantes e professores. Aqui, os alunos têm um papel mais autônomo e participativo no processo de aprendizagem, sendo incentivados a contribuir, discutir e compartilhar conhecimentos. O estilo participativo é essencial para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e colaborativas, favorecendo um ambiente de aprendizado democrático e dialógico.</td>
							<td align="center">Focado na investigação, este estilo incentiva os alunos a buscarem informações de forma independente, desenvolvendo suas habilidades de pesquisa e raciocínio crítico. Esse estilo estimula a curiosidade e o desejo de explorar novas informações, além de capacitar os alunos a se tornarem autônomos na construção do conhecimento. A busca ativa pelo saber contribui para um aprendizado mais profundo, pois desafia o aluno a refletir, avaliar fontes e construir seu próprio entendimento.</td>
							<td align="center" valign="top">Este estilo é caracterizado pela organização e planejamento das atividades pedagógicas, oferecendo aos alunos uma estrutura clara e sequencial para seu aprendizado. O estilo de estruturação e planejamento permite que os estudantes compreendam melhor as expectativas e objetivos do curso, proporcionando um ambiente de aprendizado mais seguro e orientado. A organização facilita a assimilação dos conteúdos e promove a autogestão dos alunos, incentivando o desenvolvimento de competências de organização e responsabilidade.</td>
							<td align="center">Este estilo valoriza atividades práticas e produtivas, onde o conhecimento é aplicado em ações concretas e experimentais. O envolvimento prático permite uma assimilação mais efetiva dos conteúdos, pois conecta a teoria à prática. No estilo de ação concreta e produção, os alunos são incentivados a criar, realizar experimentos, projetos ou produções que vão além do ambiente virtual, enriquecendo o aprendizado com experiências tangíveis e aplicáveis ao mundo real.</td>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
				<table-wrap-foot>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> Elaborado pelos autores.</attrib>
				</table-wrap-foot>
			</table-wrap>
			<p>Nesse sentido, de acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B3">Barros, Okada e Kenski, (2012</xref>, p. 13):</p>
			<disp-quote>
				<p>Asinúmeraspossibilidadesoferecidaspelos espaçosvirtuaisdeaprendizagem auxiliam, e muito, o desenvolvimento de atividades que contemplem diversos estilos de aprendizagem. Garantem, dessa forma, não apenas a aprendizagem de acordo com as especificidades de cada aluno, mas o estímulo para que o mesmo desenvolva novos estilos e torne sua aprendizagem mais completa. Com o uso das tecnologias e os princípios dessa teoria é possível a oferta de atividades de ensino que exploreminterfaces, ferramentas, recursos e aplicativos multimídias e, dessa forma, atender as preferências e individualidades dos alunos.</p>
			</disp-quote>
			<p>Desta forma, segundo <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2008)</xref>, os estilos de aprendizagem abrangem diferentes formas de interação com o conteúdo, o que se reflete em quatro principais estilos de uso do espaço virtual: participativo, busca e pesquisa, estruturação e planejamento, e ação concreta e produção (<xref ref-type="table" rid="t1">Quadro 1</xref>).</p>
			<p>Segundo <xref ref-type="bibr" rid="B2">Barros (2009</xref>, p. 68), “parte-se do princípio de que todos os estilos e níveis de aprendizagem são considerados pelas ações de leitura, escrita e construção de materiais pelo próprio aluno”. Nesse sentido, para estimular a autonomia no processo de aprendizagem dos estudantes da modalidade a distância, é fundamental adotar estilos de uso que explorem diferentes mídias, permitindo que um mesmo conteúdo seja abordado de diversas formas.</p>
			<p>Ainda segundo <xref ref-type="bibr" rid="B2">Barros (2009</xref>, p. 59),</p>
			<disp-quote>
				<p>Utilizar a teoria de estilos não significa somente utilizar as ferramentas das tecnologias de acordo com as características de cada estilo e adequá-las à aprendizagem do aluno, mas significa entender essas características da teoria e fazer da tecnologia e dos seus recursos multimídia um potencializador e “desenvolvedor” de todos os elementos de cada estilo.</p>
			</disp-quote>
			<p>Dessa forma, a aplicação da teoria exige um olhar atento às características individuais dos estudantes, permitindo que a tecnologia atue como mediadora e impulsionadora no desenvolvimento integral das competências de cada estilo de aprendizagem. Para <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021</xref>, p. 1022): “Os estilos de uso do espaço virtual clarificam o potencial das redes para o processo de aprendizagem, facilitam formas e modelos que poderiam investigar o trabalho educativo”.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>Metodologia</title>
			<p>Para atingir o objetivo deste estudo, a pesquisa concentrou-se na plataforma Moodle, visando examinar as práticas pedagógicas digitais do programa V&amp;C. A coleta de dados foi realizada por meio de observação sistemática.</p>
			<p>Conforme <xref ref-type="bibr" rid="B15">Rudio (2002)</xref>, o termo “observação” abrange não apenas a ação de ver, mas também a de examinar minuciosamente, sendo um dos métodos mais comuns para adquirir conhecimento sobre pessoas, eventos e fenômenos. <xref ref-type="bibr" rid="B7">Gil (2010)</xref> também ressalta que a observação pode enriquecer outros métodos investigativos, complementando diferentes procedimentos.</p>
			<p>A escolha da observação sistemática como método de pesquisa neste trabalho permitiu uma coleta de informações precisa e organizada, essencial para uma análise detalhada das práticas pedagógicas. Esse método possibilitou uma compreensão mais ampla dos elementos estudados, facilitando a identificação de aspectos específicos e inovadores nas iniciativas pedagógicas.</p>
			<p>A coleta de dados abrangeu o acesso ao Moodle, navegação nos componentes, identificação das práticas pedagógicas adotadas, participação nas aulas e a organização dessas informações em um quadro de análise. Cada componente curricular foi minuciosamente examinado para identificar os diferentes estilos de uso dos espaços virtuais, além de verificar como esses estilos estão materializados nas disciplinas.</p>
			<p>Os componentes analisados, oferecidos no segundo semestre de 2024 foram: Autoaprendizagem, Construindo Carreira e Marketing Pessoal, Línguas: Língua Inglesa, Línguas: Língua Portuguesa, Responsabilidade Socioambiental e Universidade e Transformação Social.</p>
			<p>A escolha desses componentes se deu com base em um critério de inclusão fundamentado na oferta institucional vigente no período analisado. Ou seja, foram selecionados, para fins de investigação, exclusivamente os componentes curriculares que estavam efetivamente disponíveis e em andamento naquele semestre. Tal recorte se justifica pela necessidade de garantir coerência temporal e fidelidade ao contexto acadêmico real, assegurando que a análise refletisse com precisão as experiências formativas proporcionadas aos estudantes durante o segundo semestre de 2024.</p>
			<p>Os dados foram organizados em quatro categorias, fundamentadas nos aportes de <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2008)</xref> sobre estilos de aprendizagem e personalização do ensino, sendo: i) Estilo participativo; ii) Estilo de busca e pesquisa; iii) Estilo de estruturação e planejamento; e iv) Estilo de ação concreta e produção. Para apresentar os dados coletados, os resultados foram organizados em um quadro (<xref ref-type="table" rid="t2">Quadro 2</xref>).</p>
			<table-wrap id="t2">
				<label>Quadro 2</label>
				<caption>
					<title>Modelo de quadro analítico.</title>
				</caption>
				<table>
					<thead>
						<tr>
							<th style="background-color: #c1d7ec;">DISCIPLINAS</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO PARTICIPATIVO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO BUSCA E PESQUISA </th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;;" valign="top">ESTILO DE ESTRUTURAÇÃO E PLANEJAMENTO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;;" valign="top">ESTILO DE AÇÃO CONCRETA E PRODUÇÃO</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Autoaprendizagem</td>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Construindo Carreira e Marketing Pessoal</td>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Línguas: Língua Inglesa</td>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
							<td valign="top"/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Línguas: Língua Portuguesa</td>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Responsabilidade Socioambiental</td>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Universidade e Transformação Social</td>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
							<td/>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
				<table-wrap-foot>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> elaborado pelos autores.</attrib>
				</table-wrap-foot>
			</table-wrap>
			<p>A abordagem utilizada para a análise foi predominantemente qualitativa, buscando avaliar se as práticas pedagógicas oferecidas exploram os estilos de uso dos espaços virtuais. Todavia, a realização desse tipo de observação, ao demandar um cuidadoso planejamento para o registro dos fenômenos a serem observados, viabilizou também a aplicação de mensuração quantitativa.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>Análise dos dados</title>
			<p>A partir dos dados coletados no Ambiente Virtual de Aprendizagem, foi possível alcançar o objetivo deste artigo ao construir um quadro analítico que vincula as práticas educativas utilizadas na elaboração do material didático ao conceito de <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2008)</xref> sobre os estilos de uso dos espaços virtuais. Para sintetizar esses dados, foi realizada uma análise detalhada de cada aula, identificando como esses estilos foram explorados. Nesse contexto, o <xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref> apresenta essa análise de forma detalhada.</p>
			<table-wrap id="t3">
				<label>Quadro 3</label>
				<caption>
					<title>Disciplinas ofertadas em 2024/02 pelo Programa V&amp;C</title>
				</caption>
				<table>
					<thead>
						<tr>
							<th style="background-color: #c1d7ec;">DISCIPLINAS</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO PARTICIPATIVO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;">ESTILO BUSCA E PESQUISA </th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;;" valign="top">ESTILO DE ESTRUTURAÇÃO E PLANEJAMENTO</th>
							<th style="background-color:#c1d7ec;;" valign="top">ESTILO DE AÇÃO CONCRETA E PRODUÇÃO</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;">Autoaprendizagem</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Construindo Carreira e Marketing Pessoal</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Línguas: Língua Inglesa</td>
							<td/>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Línguas: Língua Portuguesa</td>
							<td/>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td/>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Responsabilidade Socioambiental</td>
							<td/>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
						</tr>
						<tr>
							<td style="background-color:#e6e7e8;;" valign="top">Universidade e Transformação Social</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
							<td align="center">X</td>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
				<table-wrap-foot>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> Elaborado pelos autores.</attrib>
				</table-wrap-foot>
			</table-wrap>
			<p>Durante a navegação pelas salas virtuais das disciplinas Autoaprendizagem, Construindo Carreira e Marketing Pessoal e Universidade e Transformação Social (U&amp;TS), observou-se que esses componentes exploram o estilo participativo. Essa característica se manifesta pelo uso do recurso “fórum”. No entanto, como essa atividade não é avaliativa, o número de estudantes engajados nas discussões propostas é relativamente baixo.</p>
			<p>Os dados corroboram a visão de <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref> sobre o estilo de uso participativo, que estimula a reflexão e a interação entre os estudantes, conforme demonstrado na <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>, onde se observa a proposta de fóruns de discussão para facilitar essas ações. Para <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021</xref>, p. 1022), “isso pode ser realizado mediante propostas de exercícios e atividades que facilitem ações, contemplando as características mencionadas”. No entanto, o baixo engajamento observado indica a necessidade de estratégias que alinhem essas propostas a mecanismos avaliativos, potencializando a participação e o impacto educacional.</p>
			<p>
				<fig id="f1">
					<label>Figura 1</label>
					<caption>
						<title>Estilo Participativo</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf01.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C -Autoaprendizagem.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>Nos componentes curriculares analisados, o estilo de busca e pesquisa é explorado como estratégia pedagógica. Observou-se que, ao final de cada videoaula, os estudantes são incentivados a complementar o conteúdo apresentado por meio de atividades que incluem leituras de livros, visualização de vídeos, audição de podcasts e consulta a periódicos, conforme ilustrado na <xref ref-type="fig" rid="f2">Figura 2</xref>. Essa abordagem promove não apenas a busca ativa e a autonomia, mas também a diversificação dos meios de aprendizado.</p>
			<p>
				<fig id="f2">
					<label>Figura 2</label>
					<caption>
						<title>Estilo de busca e pesquisa</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf02.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C - Construindo Carreira e Marketing Pessoal.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>Esses achados corroboram a definição de <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref> sobre o estilo de busca e pesquisa, que destaca a importância da pesquisa on-line como elemento central para a aprendizagem. Segundo <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021</xref>, p. 1022), “aprender a buscar informação e geri-la é uma capacidade muito importante para um processo colaborativo”. Nesse contexto, as práticas adotadas nos componentes curriculares analisados alinham-se a essa perspectiva, uma vez que incentivam os estudantes a desenvolver habilidades para encontrar, gerenciar e integrar informações de diferentes fontes, promovendo uma aprendizagem mais ativa e autônoma.</p>
			<p>Ao diversificar os formatos de conteúdo - como vídeos, podcasts e periódicos - as atividades propostas vão além do estímulo à busca por informações, ampliando a capacidade dos estudantes de interagir com diferentes recursos midiáticos e aplicá-los em contextos formativos. Esse alinhamento entre teoria e prática evidencia o potencial do estilo de busca e pesquisa para favorecer tanto a autonomia individual quanto o aprendizado colaborativo.</p>
			<p>O estilo de estruturação e planejamento também é amplamente presente e se manifesta no planejamento das disciplinas conforme as diretrizes curriculares do Programa Vida &amp; Carreira. Isso inclui a organização das aulas, a definição das atividades avaliativas e o cumprimento da carga horária, garantindo uma estruturação padronizada. Essa padronização facilita a organização e o planejamento por parte dos estudantes, potencializando, conforme apontam <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref>, a coaprendizagem e os resultados colaborativos. Para as autoras, o estilo de estruturação e planejamento promove o desenvolvimento de competências organizacionais e gerenciais que fortalecem os processos educativos e os resultados de aprendizagem. Nesse contexto, o planejamento, observado nos componentes analisados, alinha-se a essa perspectiva ao oferecer aos estudantes um ambiente virtual estruturado, que contribui para sua organização e para o alcance de objetivos educacionais.</p>
			<p>A organização das dez aulas de cada disciplina no AVA está estruturada em três etapas. A primeira, compreende a apresentação da aula, contemplando a introdução ao tema, a videoaula e os slides explicativos (<xref ref-type="fig" rid="f3">Figura 3</xref>). Na etapa seguinte, são disponibilizadas leituras complementares, que visam ao aprofundamento dos conteúdos abordados (<xref ref-type="fig" rid="f4">Figura 4</xref>). Por fim, a terceira etapa reúne mídias adicionais, como podcasts e vídeos, que ampliam a compreensão do tema (<xref ref-type="fig" rid="f5">Figura 5</xref>). Essa sequência configura uma trilha de aprendizagem que prepara os estudantes para a realização da atividade avaliativa final.</p>
			<p>
				<fig id="f3">
					<label>Figura 3</label>
					<caption>
						<title>Estilo de estruturação e planejamento - Etapa 1</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf03.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C - Construindo Carreira e Marketing Pessoal.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>
				<fig id="f4">
					<label>Figura 4</label>
					<caption>
						<title>Estilo de estruturação e planejamento - Etapa 2</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf04.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C - Construindo Carreira e Marketing Pessoal.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>
				<fig id="f5">
					<label>Figura 5</label>
					<caption>
						<title>Estilo de estruturação e planejamento - Etapa 3</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf05.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C- Construindo Carreira e Marketing Pessoal.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>No que tange ao estilo de ação concreta e produção, destaca-se sua aplicação em disciplinas como Autoaprendizagem, Responsabilidade Socioambiental e Universidade e Transformação Social (U&amp;TS). Essas disciplinas se destacam pela proposição de atividades que estimulam a interação prática e reflexiva com os conteúdos. Um exemplo relevante é a disciplina de U&amp;TS, que convida os estudantes a refletirem sobre um filme, utilizarem a revista “Uniso Ciência” como material didático e analisarem entrevistas completas. Essas práticas estão alinhadas ao que <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref> descrevem como a essência do estilo de ação concreta e produção, ou seja, a utilização do espaço virtual como lugar de ação e produção, onde resultados concretos são alcançados e apresentados.</p>
			<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B17">Terçariol, Barros e Gitahy (2021)</xref>, esse estilo estimula a aprendizagem colaborativa ao transformar as interações em produções tangíveis e aplicáveis, promovendo o desenvolvimento de competências práticas. No caso da disciplina U&amp;TS, as atividades propostas - como a reflexão sobre o filme e a análise de materiais científicos e entrevistas - concretizam esse princípio ao integrar teoria e prática, permitindo aos estudantes aplicarem os conhecimentos adquiridos de forma significativa. Assim, essas ações não apenas estimulam a produção concreta, mas também promovem uma interação mais profunda com os conteúdos.</p>
			<p>O material didático dos componentes do programa V&amp;C foi estruturado de forma padronizada entre todas as disciplinas, seguindo a mesma quantidade de aulas, atividades avaliativas, critérios de avaliação e cronograma. No entanto, os docentes/tutores têm autonomia para acrescentar materiais complementares, caso considerem necessário, o que pode gerar diferenciação entre as turmas. Além disso, o material didático é atualizado a cada semestre, visando manter sua relevância e evitar a obsolescência.</p>
			<p>Quanto às atividades avaliativas, as disciplinas do programa V&amp;C utilizam o recurso “Questionário” do Moodle, que abrange questões de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, completar lacunas, associações, entre outros formatos. A disciplina de Língua Inglesa, além dos questionários avaliativos, também faz uso de links externos para atividades práticas de conversação e gramática. Embora essas atividades não sejam avaliativas, elas preparam os estudantes para concluir cada aula com um questionário.</p>
			<p>Já os componentes de Responsabilidade Socioambiental e Universidade e Transformação Social complementam o material didático com indicações de filmes e propostas de atividades reflexivas realizadas no campus da UNISO, conforme ilustrado na <xref ref-type="fig" rid="f6">figura 6</xref>. No entanto, como essas atividades não possuem caráter avaliativo, acabam atingindo um número menor de estudantes, limitando seu impacto.</p>
			<p>
				<fig id="f6">
					<label>Figura 6</label>
					<caption>
						<title>Estilo de ação concreta e produção</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf06.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> <italic>Print</italic> do Ambiente Virtual de Aprendizagem no componente curricular V&amp;C - Universidade e Transformação Social.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>Em suma, a abordagem inovadora, vinculada ao estilo de ação concreta e produção, é evidenciada em três componentes oferecidos em 2024/02 no âmbito do Programa V&amp;C. Além disso, o estilo participativo também é explorado em outros três componentes, refletindo a diversidade de práticas pedagógicas adotadas no programa. Essas análises estão sintetizadas no gráfico (<xref ref-type="fig" rid="f7">figura 7</xref>), que destaca como os estilos de uso dos espaços virtuais se manifestam nos diferentes componentes curriculares.</p>
			<p>
				<fig id="f7">
					<label>Figura 7</label>
					<caption>
						<title>Gráfico quantitativo dos estilos de uso explorados no Programa Vida &amp; Carreira.</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2358-0194-faeeba-34-78-0240-gf07.tif" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"/>
					<attrib><bold>Fonte:</bold> Elaborado pelos autores.</attrib>
				</fig>
			</p>
			<p>Essas informações são de fundamental importância para entender o impacto dos estilos de uso dos espaços virtuais no processo de ensino e de aprendizagem, além de fornecer elementos para ajustes e aprimoramentos na aplicação dos recursos pedagógicos, visando uma experiência educacional mais integrada. A partir dessa análise, pode-se concluir que a adaptação dos estilos de uso aos componentes curriculares otimiza a interação entre alunos e o conteúdo, assegurando uma aprendizagem mais dinâmica e personalizada.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>considerações finais</title>
			<p>Ensinar consiste em proporcionar condições para que o educando desenvolva suas habilidades e crie estratégias que o ajudem a enfrentar os desafios de sua cultura e de sua vida. Com o avanço das tecnologias e o acesso cada vez mais amplo a elas, o ensino e a aprendizagem assumem novas perspectivas. O processo educativo não está mais limitado ao ambiente formal da sala de aula tradicional. Por isso, cabe aos docentes a responsabilidade de gerenciar esses novos espaços de ensino e aprendizagem.</p>
			<p>Nesse contexto, com base nos dados obtidos neste estudo, que investigou como as disciplinas do Programa Vida &amp; Carreira da Universidade de Sorocaba (UNISO) promovem a exploração de diferentes estilos de uso dos espaços virtuais para aprimorar a eficácia do processo educativo e favorecer a aprendizagem dos estudantes, constatou-se a presença de todos os estilos de uso nas disciplinas analisadas. Contudo, alguns estilos não são explorados em sua totalidade em determinadas disciplinas. Destacam-se práticas inovadoras individuais de docentes que buscam explorar todos os estilos de uso, mesmo diante de modelos pedagógicos padronizados.</p>
			<p>O programa, portanto, procura diversificar o processo de ensino e aprendizagem ao utilizar diferentes mídias como materiais didáticos em suas disciplinas. Observou-se que as estratégias individuais dos docentes, frequentemente, visam motivar os estudantes a interagir com os diversos estilos de uso, promovendo um entendimento mais aprofundado dos conteúdos abordados.</p>
			<p>Entre as disciplinas analisadas, merece destaque a disciplina Universidade e Transformação Social, que promove discussões relevantes por meio de fóruns virtuais, oferecendo oportunidades de reflexão crítica sobre temas contemporâneos. No entanto, identificou-se que a adesão dos estudantes a essas atividades ainda é baixa, mesmo diante da clara intencionalidade pedagógica dos docentes. Essa questão evidencia a necessidade de estratégias adicionais para incentivar a participação ativa e o envolvimento dos estudantes nesses espaços.</p>
			<p>Outro ponto identificado no estudo é a predominância de atividades avaliativas baseadas em questões objetivas, enquanto os fóruns de discussão, em sua maioria, não são utilizados como instrumentos de avaliação. Esse cenário aponta para a importância de refletir sobre formas de dinamizar as atividades avaliativas, aproveitando melhor os recursos disponíveis no Moodle. Uma sugestão identificada é o uso da atividade “Lição”, que integra conteúdos teóricos com exercícios práticos, promovendo maior interação e engajamento dos estudantes. Esse tipo de abordagem pode contribuir significativamente para diversificar o processo de avaliação e atender aos diferentes estilos de aprendizagem.</p>
			<p>Portanto, os resultados deste estudo indicam que a Universidade de Sorocaba está promovendo avanços importantes nos processos de ensino e aprendizagem no contexto da Educação a Distância, especialmente por meio do uso estratégico das tecnologias educacionais.</p>
			<p>Essas iniciativas, ainda que em desenvolvimento, têm o potencial de se tornarem referência para outras Instituições de Ensino Superior que atuam na Educação a Distância. Além disso, os desafios, identificados neste estudo, podem servir como base para reflexões e investigações futuras, ampliando o entendimento sobre as práticas pedagógicas e o uso dos recursos tecnológicos na educação contemporânea.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn1">
				<label>1</label>
				<p><bold>Texto revisado e normatizado por Professora Elza Maria Di Lorto.</bold></p>
			</fn>
		</fn-group>
		<ref-list>
			<title>REFERÊNCIAS</title>
			<ref id="B1">
				<mixed-citation>BRASIL, <bold>Decreto nº 9. 057, de 25 de maio de 2017</bold>. Regulamenta educação a distância a modalidade educacional. Brasília: Presidência da república, 2017. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm</ext-link>. Acesso em: 15 ago. 2024.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<chapter-title>Decreto nº 9. 057, de 25 de maio de 2017</chapter-title>
					<source>Regulamenta educação a distância a modalidade educacional</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<publisher-name>Presidência da república</publisher-name>
					<year>2017</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation>Acesso em: 15 ago. 2024</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
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				<mixed-citation>BARROS, D. M. V. Estilos de uso do espaço virtual: como se aprende e se ensina no virtual? <bold>Revista Inter-Ação</bold>, Goiânia, v. 34, n. 1, p. 51-74, 2009. DOI: 10.5216/ia.v34i1.6542. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/6542">https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/6542</ext-link>. Acesso em: 10 out. 2024.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BARROS</surname>
							<given-names>D. M. V.</given-names>
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					<article-title>Estilos de uso do espaço virtual: como se aprende e se ensina no virtual?</article-title>
					<source>Revista Inter-Ação</source>
					<publisher-loc>Goiânia</publisher-loc>
					<volume>34</volume>
					<issue>1</issue>
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					<pub-id pub-id-type="doi">10.5216/ia.v34i1.6542.</pub-id>
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					<date-in-citation>Acesso em: 10 out. 2024</date-in-citation>
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			</ref>
			<ref id="B3">
				<mixed-citation>BARROS, D. M. V.; OKADA, A.; KENSKI, V. Coletividade aberta de pesquisa: os estilos de coaprendizagem no cenário online. <bold>Educação, Formação &amp; Tecnologias</bold>, <italic>[S. l.]</italic>, v. 5, n. 2, p. 11-24, 2012. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/3000">https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/3000</ext-link>. Acesso em: 10 jan. 2015.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
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							<surname>BARROS</surname>
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							<surname>OKADA</surname>
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							<surname>KENSKI</surname>
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					<article-title>Coletividade aberta de pesquisa: os estilos de coaprendizagem no cenário online</article-title>
					<source>Educação, Formação &amp; Tecnologias</source>
					<publisher-loc>S. l</publisher-loc>
					<volume>5</volume>
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					<date-in-citation>Acesso em: 10 jan. 2015</date-in-citation>
				</element-citation>
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