RUPTURA EPISTÊMICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: CRÍTICA À “ÁFRICA BRASILEIRA” E A VISIBILIZAÇÃO DAS DINÂMICAS ENDÓGENAS

Autores

  • SUSANNE GUIMARÃES FIALHO Docente do Centro Universitário da Paraíba UNIESP e do ISO Colégio e Cursos (João Pessoa/PB).

Resumo

O artigo analisa uma intervenção pedagógica realizada na EXPOISO 2025, em João Pessoa (PB), com alunos do Ensino Fundamental I, voltada a desconstruir estereótipos eurocêntricos sobre o continente africano. Fundamentado no socioconstrutivismo e em metodologias ativas, o projeto confrontou a visão homogeneizadora da "Mama África" (África Memória) ao introduzir dados empíricos sobre a modernidade, a pluralidade linguística e a urbanização das nações africanas atuais (África Processo). O trabalho mapeia os impactos e limites da experiência, defendendo a autonomia dos Estudos Africanos na educação básica. Por fim, propõe uma ruptura epistêmica que rejeita terminantemente a categoria de "raça" como chave explicativa, priorizando o rigor sociológico e a agência histórica endógena do continente.

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Biografia do Autor

SUSANNE GUIMARÃES FIALHO, Docente do Centro Universitário da Paraíba UNIESP e do ISO Colégio e Cursos (João Pessoa/PB).

Professora Polivalente do Ensino Fundamental - Séries Iniciais no ISO Colégio e Cursos (João Pessoa/PB). Docente do Centro Universitário da Paraíba UNIESP, no Curso de Licenciatura em Pedagogia (João Pessoa / PB); Graduada em Pedagogia (2011) pela Universidade Estadual Vale do Acaraú; Especialista em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Faculdade Metropolitana/2021); Educação 4.0: O aluno como protagonista (Faculdade Descomplica/2022) e Especialização em Inovação no Ensino Superior (UNIESP/2025). Terapeuta/Aplicadora ABA

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Publicado

2026-07-26