A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA LIDAR EM SITUAÇÕES DE ABUSO SEXUAL INFANTIL: A PERCEPÇÃO DE FORMANDOS

Autores

Resumo

O abuso sexual infantil é considerado uma temática delicada e pouco discutida, no entanto esse tipo de violência acontece frequentemente. Analisar a percepção de estudantes de pedagogia sobre as ferramentas adquiridas no curso para lidar com situações de abuso sexual infantil e sobre a importância do professor no papel de agente de prevenção, identificação e condução de casos de violência sexual. A pesquisa foi dividida em duas partes: revisão bibliográfica e pesquisa de campo, realizada com 18 graduandos do último período do curso de pedagogia. Após a organização dos dados, emergiram as seguintes categorias a seguir: 1- Percepção sobre o que é abuso sexual, 2- aspectos importantes para se identificar uma criança que sofre abuso sexual, 3- direcionando uma situação de abuso sexual infantil. Os resultados mostraram que durante o curso de pedagogia há lacunas que necessitam ser preenchidas. Os participantes apontaram que durante a formação, a temática não havia sido trabalhada, demonstrando a ausência da habilidade para conduzir uma situação de abuso sexual infantil

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Biografia do Autor

Gilvânia Patrícia Paixão, Universidade do Estado da Bahia

Possui graduação em Enfermagem pela Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (2008), Especialização em Obstetrícia pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e extensão (2010), especialização em cuidados pré-natal e Gestão de enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo (2010), Mestrado (2013) e Doutorado (2016) em enfermagem pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professora Adjunta da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e docente permanente do mestrado profissional em Saúde Coletiva (MEPISCO). Participante do Grupo de pesquisa GPCENF-"Grupo de pesquisa sobre o cuidado em Enfermagem", vinculado ao CNPQ. Têm experiência em Pesquisa, extensão e desenvolvimento tecnológico, com ênfase em saúde da mulher, principalmente nos eixos de amamentação, obstetrícia, violência e questões de gênero. Consultora em Aleitamento Humano. Atualmente é coordenadora do programa Mestrado Profissional em Saúde Coletiva (MEPISCO).

Rafaela Freitas, UNEB

Acadêmica de Enfermagem pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Membro do Grupo de Pesquisa sobre o Cuidado em Enfermagem (GPCEnf), vinculado ao CNPq. Membro do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM) e da Liga Acadêmica de Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia (LAEGO-UNEB).

Josenilde Damascena, Universidade do Estado da Bahia

Graduanda em Enfermagem pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Integrante do Grupo de Pesquisa sobre o Cuidado em Enfermagem - GPCEnf/ UNEB campus VII.

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Publicado

2025-08-15