Educação Matemática como campo de diálogo, criação e compromisso social

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André Ricardo Lucas Vieira
Américo Junior Nunes da Silva

Resumo

Prezadas leitoras e prezados leitores,


A Educação Matemática, enquanto campo científico, pedagógico e político, tem se constituído historicamente pela pluralidade de perspectivas, pela articulação entre teoria e prática e pelo compromisso com a formação crítica de sujeitos. Mais do que ensinar conteúdos matemáticos, esse campo se ocupa de compreender como, por que e para quem se ensina Matemática, considerando contextos socioculturais, epistemológicos, tecnológicos e formativos. É nessa tessitura complexa que se insere o volume 6, número 1 de 2025 da Revista Baiana de Educação Matemática (RBEM), reafirmando o papel deste periódico como espaço de escuta, diálogo e circulação de produções que problematizam e reinventam o ensino e a aprendizagem da Matemática.


Nessa perspectiva, a Educação Matemática aproxima-se de uma compreensão ampliada de educação como prática social, histórica e cultural, em consonância com o pensamento de Paulo Freire (1996), para quem ensinar implica um compromisso ético com a formação da autonomia, da criticidade e da leitura do mundo. Ao deslocar o foco da mera transmissão de conteúdos para a problematização da realidade, a Educação Matemática assume um papel formativo que ultrapassa o domínio técnico da linguagem matemática, reconhecendo-a como instrumento de interpretação, intervenção e transformação social. Assim, ensinar Matemática torna-se um ato político, no qual educadores e educandos constroem saberes de forma dialógica, situada e significativa.


No campo específico da Educação Matemática, autores como D’Ambrosio (2005) e Skovsmose (2001) contribuem para tensionar concepções tradicionais de currículo e ensino, ao defenderem abordagens que valorizam a diversidade cultural, a contextualização dos saberes e a dimensão crítica da aprendizagem matemática. A etnomatemática, proposta por D’Ambrosio, evidencia que diferentes grupos sociais produzem e utilizam conhecimentos matemáticos em seus cotidianos, enquanto a Educação Matemática Crítica, discutida por Skovsmose, enfatiza a necessidade de formar sujeitos capazes de questionar, argumentar e compreender o papel da Matemática na organização da sociedade contemporânea. Essas perspectivas reforçam a ideia de que a aprendizagem matemática deve estar articulada às experiências de vida, aos contextos sociopolíticos e às tecnologias que atravessam o mundo atual.


Este número congrega 19 artigos científicos, 02 relatos de experiência e um dossiê temático com 10 textos, compondo um mosaico expressivo de investigações que transitam por diferentes níveis de ensino, abordagens teóricas, metodologias e contextos educativos. Os textos evidenciam preocupações recorrentes do campo, como o ensino de conceitos matemáticos, a formação de professores, o uso crítico das tecnologias digitais, a valorização de saberes culturais, as discussões epistemológicas e os desafios contemporâneos das práticas pedagógicas.


É nesse horizonte teórico e epistemológico que os textos reunidos neste número da RBEM se situam, reafirmando a Educação Matemática como um campo vivo, em constante construção e aberto ao diálogo entre diferentes abordagens, metodologias e experiências formativas. Ao congregar investigações que transitam entre a escola, a universidade e outros espaços educativos, este volume fortalece a compreensão da Matemática como conhecimento em movimento, produzido na interação entre sujeitos, práticas e contextos. Desse modo, a RBEM consolida-se como um espaço de resistência acadêmica e de produção de sentidos, comprometido com uma Educação Matemática democrática, inclusiva e socialmente referenciada.


A edição se inicia com o artigo “O ensino da área de uma superfície esférica utilizando material didático”, de Silvânia da Silva Costa, João Paulo Attie e Ivanete Batista dos Santos, que se insere no debate sobre o ensino de Geometria ao problematizar abordagens excessivamente formulaicas. O texto apresenta uma proposta didática construída a partir de revisão de literatura e do uso de material didático, evidenciando tanto as potencialidades quanto as limitações desse recurso. Os autores destacam a importância de promover situações que favoreçam a formulação de hipóteses, o envolvimento discente e o desenvolvimento de habilidades geométricas com significado.


Ao lançar um olhar histórico sobre o currículo, “Uma investigação histórica do Ensino de Geometria no Brasil”, de Elidio José Santana Silva e Rochelande Felipe Rodrigues, analisa os processos de valorização e esvaziamento da Geometria no ensino brasileiro. Fundamentado em documentos oficiais e produções acadêmicas, o artigo evidencia como fatores curriculares, pedagógicos e formativos impactaram o ensino dessa área, ao mesmo tempo em que aponta a necessidade de políticas e práticas que resgatem sua relevância conceitual e interdisciplinar.


A articulação entre tecnologia digital e construção conceitual é explorada em “GeoGebra e a construção do conceito de π: análise de experiência pedagógica no Ensino Fundamental”, de Felipe de Almeida Costa, Cecy Leite Alves Carreta e Ana Lourdes Moreno Rodrigues Silva. O estudo analisa uma experiência pedagógica que privilegia a experimentação, a investigação e o trabalho colaborativo, evidenciando como o uso do GeoGebra contribui para a compreensão do número π como construção matemática, favorecendo aprendizagens significativas e o desenvolvimento do pensamento investigativo.


Em uma perspectiva que tensiona a centralidade da matemática acadêmica, “Instaurando diplomodelos matemáticos a partir da prática matemática da produção de carvão”, de Luis Gustavo Lobato Leite, Luiz Antonio Ribeiro Neto de Oliveira e Adriano Junio Gama dos Santos, propõe a instauração de modelos matemáticos a partir de práticas culturais. Fundamentado na abordagem da Diplomodelagem, o artigo evidencia a existência de outras matemáticas e defende a formação de professores sensíveis aos diálogos interculturais e à valorização dos saberes locais.


O campo da Educação Financeira é aprofundado em “Educação Financeira no Ensino Médio: uma revisão sistemática de literatura”, de Nancy Lima Costa e Lidiane Carla Oliveira Franco Silva. A partir do método PRISMA, o estudo apresenta um panorama das sequências didáticas produzidas entre 2013 e 2023, revelando lacunas significativas nas pesquisas, especialmente no que se refere ao 2º ano do Ensino Médio e à abordagem de investimentos acessíveis, contribuindo para o avanço desse debate na Educação Matemática escolar.


As relações entre tecnologia, pedagogia e conteúdo são discutidas em “Uma revisão literária voltada às TICs e ao TPACK na formação continuada de professores de Matemática”, de Ana Claudia Cavalcante Alves. O artigo analisa pesquisas que utilizam o framework TPACK, evidenciando diferentes formas de integração das tecnologias no ensino e apontando desafios relacionados à avaliação, à formação docente e à consolidação desse referencial no contexto brasileiro.


A aprendizagem das operações fundamentais é tematizada em “Processos operatórios de adição e subtração: uma discussão sobre estratégias resolutivas”, de Ronaelton Leite dos Santos e Teresa Cristina Etcheverria. O estudo investiga as estratégias utilizadas por estudantes do 5º ano, revelando a predominância do algoritmo tradicional, mas também sinais de abertura para estratégias alternativas, reforçando a importância de práticas pedagógicas que valorizem diferentes modos de pensar e resolver problemas matemáticos.


Em uma perspectiva comparativa internacional, “The study of measurement: A comparative study between the United States and Spain”, de Celia Gallardo Herrerias, analisa o uso de recursos visuais no ensino de medidas. O artigo evidencia como políticas curriculares, formação docente e crenças pedagógicas influenciam diretamente a aprendizagem conceitual, destacando a pedagogia visual como elemento central para a equidade e a compreensão matemática.


O papel da Resolução de Problemas no ensino é discutido em “A Metodologia de Ensino-Aprendizagem-Avaliação de Matemática por Meio da Resolução de Problemas: uma caracterização a partir da análise de pesquisas sobre a temática”, de Darlysson Wesley da Silva e Ivanete Batista dos Santos. A análise de pesquisas evidencia essa metodologia como um eixo estruturante que integra conceitos abstratos e contextos concretos, colocando o estudante no centro do processo de aprendizagem.


O diálogo entre Matemática escolar e formação cidadã aparece em “A abordagem do Letramento Financeiro em um livro didático de matemática do Ensino Fundamental”, de Janáile Cruz da Silva, Sâmela Taís Gonzalez do Prado e Mauricio Ramos Lutz. O artigo analisa um livro didático à luz de documentos oficiais e referenciais teóricos, apontando avanços na abordagem do Letramento Financeiro, mas também a necessidade de ampliação e aprofundamento conceitual.


As potencialidades das tecnologias sociais são discutidas em “Redes Sociais e Ensino de Matemática: um estudo bibliográfico de pesquisas publicadas no período de 2014 a 2023”, de Rania Silva Almeida e Jonson Ney Dias da Silva. O mapeamento bibliográfico revela um número ainda reduzido de estudos, mas evidencia o potencial das redes sociais como recursos complementares que favorecem a autonomia, a colaboração e a formação docente.


Questões relacionadas à formação inicial e ao desempenho acadêmico são exploradas em “Um olhar comparativo entre o bacharelado e a licenciatura em matemática da UFOB sobre os componentes curriculares comuns”, de Noel Antônio de Souza, Marcelo De Paula, Jaqueline Stéfane da Silva Alves e Kaique Silva Sousa. A análise estatística evidencia semelhanças significativas entre os cursos, contribuindo para reflexões sobre currículos, trajetórias formativas e políticas institucionais.


A emergência da inteligência artificial no contexto educacional é tematizada em “Abordagens Pedagógicas com o Google Gemini no Ensino de Matemática”, de Thiago Santos. O artigo discute benefícios e riscos do uso dessa tecnologia, destacando tanto suas potencialidades didáticas quanto os desafios éticos, pedagógicos e formativos que se impõem à Educação Matemática contemporânea.


As influências da formação inicial na prática docente são analisadas em “Influências percebidas do curso de Licenciatura em Matemática no ensino de matemática que praticam”, de Jéssica Silva de Araújo e Rosemeire de Fatima Batistela. A partir de entrevistas com professores egressos, o estudo evidencia a relevância das disciplinas pedagógicas, dos estágios e dos projetos formativos, ao mesmo tempo em que aponta limites estruturais para a implementação de práticas inovadoras.


O compromisso com práticas inclusivas emerge em “Ensino de matemática na 2° fase do 2° ciclo em uma escola estadual no município de Juína-MT: desafios e estratégias na sala de articulação”, de Franciele Alves Santana da Silva, Devacir Vaz de Moraes e Jones Willian Soares de Queiroz. O artigo destaca o uso de atividades lúdicas como estratégia para reduzir defasagens de aprendizagem, promover o letramento matemático e favorecer a inclusão social dos estudantes.


Em uma abordagem epistemológica e filosófica, “Transepistemes de la matemática desde la decolonialidad-complejidad”, de Milagros Elena Rodriguez, propõe uma leitura complexa e decolonial da matemática, tensionando dicotomias históricas e ampliando as possibilidades de compreensão do conhecimento matemático como construção plural, inacabada e integrada ao cosmos, à cultura e ao ser humano.


A articulação entre Matemática escolar e práticas sociais é aprofundada em “Matematizando em propriedades rurais do Piemonte Norte do Itapicuru”, de Erinaldo Ferreira Nascimento, Erinaldo Alves e Ronney Marcos Santos. O artigo evidencia como práticas de Etnomatemática e interdisciplinaridade podem potencializar o ensino de geometria e aritmética, aproximando os objetos de conhecimento do contexto sociocultural dos educandos.


A Resolução de Problemas volta a ser tematizada em “O Ensino-Aprendizagem-Avaliação de Matemática através da Resolução de Problemas: Uma Metodologia Ativa?”, de Ariany Pereira Lima e Jossara Bazílio de Souza Bicalho. O estudo analisa comunicações científicas e relatos de experiência, discutindo em que medida essa metodologia se alinha às Metodologias Ativas de Aprendizagem, destacando o protagonismo discente e o papel mediador do professor.


Encerrando a seção de artigos, “Concepções de licenciandos em Matemática sobre a formação inicial para o ensino com tecnologias digitais em uma universidade baiana”, de Kaio César de Santana Ferreira, Liliane Xavier Neves e Rosane Leite Funato, investiga como futuros professores percebem sua formação para o uso de tecnologias digitais. Os resultados evidenciam avanços, lacunas e a necessidade de reformulações curriculares que reconheçam as tecnologias como condicionantes da construção do conhecimento matemático.


Os relatos de experiência que compõem este número reforçam a importância de práticas pedagógicas vivenciadas, reflexivas e ancoradas em contextos reais de ensino, evidenciando como a Educação Matemática se constrói também no fazer cotidiano, na experimentação e na criação de estratégias que dialogam com os interesses e as linguagens dos estudantes.


No relato “Equações do Primeiro e Segundo Grau Através do Álgebot-App”, Cleidinaldo Aguiar Souza, Tainyt Barbosa Viegas de Carvalho, Raimundo Nonato de Sousa e Antonia Dalva França Carvalho descrevem uma experiência pedagógica desenvolvida com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, na qual a Matemática é articulada à Robótica Educacional por meio de um ambiente virtual de aprendizagem. A utilização do Álgebot-App possibilitou a manipulação de variáveis matemáticas em tempo real, favorecendo o engajamento dos estudantes, a compreensão conceitual das equações e a aprendizagem significativa, ao integrar resolução de problemas, tecnologia digital e interdisciplinaridade.


O segundo relato, “O 7º Festival de Vídeos em Educação Matemática da UNESP: Scape Room e o medo da Matemática”, de Ari Blaz Falcão Ardais, Natalie Lixinski Carvalho, André Luis Andrejew Ferreira e Daniel Fernandes Silva, apresenta a produção de um vídeo estudantil como estratégia pedagógica inovadora. Ao explorar o tema Escape Room, os autores evidenciam como a linguagem audiovisual pode aproximar conceitos matemáticos do cotidiano dos estudantes, favorecer a criatividade, o trabalho colaborativo e contribuir para o enfrentamento do medo da Matemática. A experiência relatada destaca, ainda, o potencial formativo dos festivais de vídeos como espaços de socialização, autoria e ressignificação do ensino.


Este volume é enriquecido pelo Dossiê “Educação Matemática Contemporânea: desafios e perspectivas em práticas pedagógicas”, organizado por Carlos Alberto Vasconcelos e Suzi Samá Pinto, que reúne dez textos comprometidos com a reflexão crítica sobre o ensino de Matemática no contexto atual. O dossiê evidencia a centralidade da formação docente, do protagonismo estudantil, das tecnologias e das práticas pedagógicas situadas, reafirmando a pesquisa como elemento indissociável do fazer docente e como força propulsora de transformações educacionais.


Convidamos a todos e todas a percorrerem este número com atenção, curiosidade e sensibilidade, permitindo-se dialogar com as múltiplas vozes que o compõem. Que os textos inspirem práticas, provoquem questionamentos e fortaleçam o compromisso com uma Educação Matemática crítica, inclusiva, contextualizada e humanizadora. Desejamos uma excelente leitura.

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Detalhes do artigo

Como Citar
Vieira, A. R. L., & Silva, A. J. N. da. (2025). Educação Matemática como campo de diálogo, criação e compromisso social. Revista Baiana De Educação Matemática, 6(1), e202500. https://doi.org/10.47207/rbem.v6i1.27179
Seção
Editorial
Biografia do Autor

André Ricardo Lucas Vieira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

Doutor em Educação pela Universidade Federal de Sergipe - UFS/PPGED (2022). Mestre em Educação de Jovens e Adultos pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB/PPGEJA (2018). Especialista em Gestão em Educação: Orientação e Supervisão (2023), Tópicos Especiais de Matemática (2020), Ensino de Matemática (2018), Educação de Jovens e Adultos (2016), Matemática Financeira e Estatística (2015) e Gestão Escolar (2008). Licenciado em Pedagogia pela Faculdade de Ciência, Tecnologia e Educação (2021) e em Matemática pela Universidade Nove de Julho (2000). É Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - EBTT do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano - IFSertãoPE, atuando na Licenciatura em Matemática e na Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Escolar no Campus Santa Maria da Boa Vista. É professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT - Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica em Rede Nacional. Atualmente é o Coordenador de Pós-Graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano - IFSertãoPE. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática - GEPEMat (IFSertãoPE/CNPq), Editor Científico da Revista Baiana de Educação Matemática - RBEM e Editor Gerente da Revista Semiárido De Visu.

Américo Junior Nunes da Silva, Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Senhor do Bonfim/Juazeiro/BA, Brasil

Professor Titular do Departamento de Educação da Universidade do Estado da Bahia (Uneb - Campus VII) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos - PPGESA (Uneb - Campus III). Realizou estágio de pós-doutoramento no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro (UA), em Aveiro, Portugal. Doutor em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). Pesquisa na área de formação de professores que ensinam Matemática, ludicidade e narrativas. Líder do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (CNPq/LEPEM-Uneb), editor-chefe da Revista Baiana de Educação Matemática (RBEM) e coordenador do Encontro de Ludicidade e Educação Matemática (ELEM).

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