DO HOMO ECONOMICUS AO HOMO COMPLEXUS: A CRIAÇÃO DE SISTEMAS COGNITIVOS QUE REFORÇAM A ECONOMIA DE MERCADO E DESAFIAM A ECONOMIA SOLIDÁRIA
Conteúdo do artigo principal
Resumo
Este estudo aborda a racionalidade histórica construída ao longo do desenvolvimento da economia de mercado, e que reforça sistemas cognitivos baseados nos princípios de dominação, competitividade, padronização de comportamentos e manipulação de subjetividades individuais e coletivas. A discussão aqui apresentada consiste em um ensaio teórico, a partir de pesquisa bibliográfica, com foco nos conceitos de homo economicus, homo administrativus, homo parentético e homo complexus, além de estudos nos campos da análise cognitiva, subjetividade e Economia Solidária. O marco teórico é comporto, principalmente, pelas contribuições de Fróes Burnham (2012); Smith (2017); Herbert Simon (1981); Ramos (1989); Morin (2012) e França Filho (2020). Os resultados dessa análise indicam a urgência de se repensar a racionalidade envolvida nos processos de desenvolvimento e fortalecimento da Economia Solidária, no que tange às suas metodologias, ferramentas e instrumentos de gestão.
Downloads
Detalhes do artigo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).