Reflexões e proposições sobre um material didático autoral na perspectiva do letramento literário de reexistência

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35499/tl.v20i1.28946

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir as contribuições do letramento literário e do letramento literário de reexistência, para o ensino de literatura na educação básica, a partir da análise de um material didático autoral. O referencial teórico mobiliza autores como Cosson (2009, 2021), Rojo (2009) e Amorim et. al. (2022), dentre outros, sob perspectivas críticas da educação literária e linguística. A metodologia é qualitativa, com caráter interpretativo, centrada na análise de um material didático autoral elaborado para o Ensino Médio, em uma região fronteiriça, marcada pelo contexto multilíngue. Utilizamos como corpus o poema No hay fronteras, de Mano Zeu, integrante da antologia cartonera “Que passa?” (2024). Os resultados demonstram que a proposta pode estimular a leitura como prática social e de reexistência. Conclui-se que práticas didáticas baseadas em literaturas cartoneras podem fortalecer o papel da escola como espaço de representatividade e formação de leitores críticos.

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Biografia do Autor

Valdiney da Costa Lobo, Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

Professor Doutor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), atuando na graduação e no Mestrado Profissional em Educação

José Daniel Silva dos Santos, SME/Florianópolis

Licenciado em Letras (Português/Espanhol) pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Professor da rede pública municipal de Florianópolis/SC.

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Acesso em: 04 fev. 2025.

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Publicado

2026-08-05

Como Citar

DA COSTA LOBO, V.; JOSÉ DANIEL SILVA DOS SANTOS. Reflexões e proposições sobre um material didático autoral na perspectiva do letramento literário de reexistência. Tabuleiro de Letras, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 75–89, 2026. DOI: 10.35499/tl.v20i1.28946. Disponível em: http://www.revistas.uneb.br/tabuleirodeletras/article/view/28946. Acesso em: 11 set. 2026.