Os marcadores conversacionais no gênero debate regrado na escola

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35499/tl.v19i2.24881

Resumo

Marginalizados pela maior parte do tempo dos estudos da linguagem, os marcadores conversacionais, objeto deste texto, têm sido estudados apenas há pouco mais de meio século no mundo, sobretudo numa perspectiva etnometodológica da análise da conversa espontânea (Sacks; Schegloff; Jefferson, 2003), tendo chegado ao Brasil pelas mãos de Marcuschi (1986). Neste texto, dedicamo-nos a investigar quais são os entraves que atravessam o uso de marcadores conversacionais no gênero debate regrado produzido na escola. Para alcançar este objetivo, fundamentamo-nos numa abordagem da Análise da Conversação (Marcuschi, 1986) e dos estudos da oralidade (Galembeck, 1997; Preti, 2010; Autora, XXX). Metodologicamente, promovemos debates regrados em duas escolas de educação básica na cidade de Fortaleza, com temáticas diferentes. Após gravados e transcritos os debates, selecionamos usos de diferentes marcadores conversacionais pelos participantes, focalizando em suas funções discursivas. Os resultados apontam que, no gênero específico, são os seguintes entraves que pairam no uso dos marcadores: a falta de planejamento, a incerteza, a hesitação e a dúvida.

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Biografia do Autor

Elaine Cristina Forte-Ferreira, Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Doutora em Linguística pela Universidade Federal do Ceará. Professora Associada de Linguística da Universidade Federal Rural do Semi-Árido.

Vicente, Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Doutor em Linguística pela Universidade Federal do Ceará. Professor Associado de Linguística da Universidade Federal Rural do Semi-Árido.

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Autora (XXX).

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Publicado

2026-02-25

Como Citar

FORTE-FERREIRA, E. C.; LIMA-NETO, V. Os marcadores conversacionais no gênero debate regrado na escola. Tabuleiro de Letras, [S. l.], v. 19, n. 2, p. 38–52, 2026. DOI: 10.35499/tl.v19i2.24881. Disponível em: http://www.revistas.uneb.br/tabuleirodeletras/article/view/24881. Acesso em: 17 maio. 2026.

Edição

Seção

NÚMERO ESPECIAL - Oralidade, gêneros orais e ensino: perspectivas, avanços e desafios em diálogo com Luiz Antônio Marcuschi