A radioativa estufa de Mario Bellatin: O desabrochar de anômalas flores

Luciane Bernardi Souza

Resumo


Neste trabalho, nos propomos discutir a presença do corpo deforme na obra Flores (2001), do escritor mexicano Mario Bellatin. Visamos problematizar como os corpos anômalos, assim como o espaço em que esses corpos frequentam, ao mesmo tempo em que sofrem  o poder, através de inúmeros dispositivos, também desafiam as normas sociais da disciplina e do regramento. Tal contestação ocorre pela ressignificação das anomalias, que impulsionam uma busca por experiências do desejo e vivências que resistem e contestam a lógica da docilidade e da servidão. Para o diálogo, trazemos em nossa leitura as vozes de Michel Foucault, em especial seus pressupostos teóricos da esfera do biopoder, e Georges Bataille, com os conceitos de erotismo e continuidade.


Palavras-chave


Mario Bellatin; Biopolítica; Erotismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.35499/tl.v13i2.7299

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ISSN: 2176-5782

Classificação Qualis Períodicos CAPES: B3

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