RUPTURA EPISTÊMICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: CRÍTICA À “ÁFRICA BRASILEIRA” E A VISIBILIZAÇÃO DAS DINÂMICAS ENDÓGENAS
Resumo
O artigo analisa uma intervenção pedagógica realizada na EXPOISO 2025, em João Pessoa (PB), com alunos do Ensino Fundamental I, voltada a desconstruir estereótipos eurocêntricos sobre o continente africano. Fundamentado no socioconstrutivismo e em metodologias ativas, o projeto confrontou a visão homogeneizadora da "Mama África" (África Memória) ao introduzir dados empíricos sobre a modernidade, a pluralidade linguística e a urbanização das nações africanas atuais (África Processo). O trabalho mapeia os impactos e limites da experiência, defendendo a autonomia dos Estudos Africanos na educação básica. Por fim, propõe uma ruptura epistêmica que rejeita terminantemente a categoria de "raça" como chave explicativa, priorizando o rigor sociológico e a agência histórica endógena do continente.
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Copyright (c) 2026 SUSANNE GUIMARÃES FIALHO

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