ANSIEDADE NA JUVENTUDE: UMA FENÔMENO A SER DIALOGADO
Palavras-chave:
Ansiedade escolar, Saúde mental, Educação, Terapia Cognitivo Comportamental, Políticas públicasResumo
O presente estudo aborda a prevalência e os impactos da ansiedade entre estudantes do 2º ano do Ensino Médio do Colégio da Polícia Militar Luiz Tarquínio, em Salvador–BA, por meio de uma abordagem qualificativa do tipo Estudo de Caso, que dialoga com revisão de literatura, análise legislativa e pesquisa empírica. A partir da aplicação de um questionário estruturado a uma amostra de mais de 80 alunos, foram identificados níveis significativos de ansiedade e sua relação com fatores como privação de sono, alimentação inadequada, sobrecarga acadêmica e isolamento social. O trabalho discute os principais transtornos associados, como o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), a fobia social e o transtorno do pânico, destacando suas repercussões no desempenho escolar, nas relações interpessoais e na saúde física e emocional dos discentes. Paralelamente, analisa-se o Projeto de Lei nº 2.804/202, Brasil, 2023, Congresso Nacional, que propõe a ampliação da cobertura para transtornos ansiosos no Sistema Único de Saúde. Como estratégia terapêutica, a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) é apresentada como abordagem de primeira linha, com eficácia comprovada na redução dos sintomas e promoção da resiliência emocional. Assim o nosso objetivo geral é: Investigar o fenômeno da ansiedade entre jovens do 2º ano do Ensino Médio do Colégio da Polícia Militar Luiz Tarquínio. Especificamente almejamos dialogar com jovens sobre o que é ansiedade e sentem enquadrados no perfil de quem possui este problema de saúde. Pesquisar os índices que retratam os problemas de ansiedade na juventude brasileira. Compreender quais motivos levam jovens a terem Índices ansiedade. Observa-se que, com o advento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), os jovens “mergulharam” nesse mundo de isolamento social os levando a ter um convívio social sadio o que levou a ter sérios problemas de saúde como ansiedade, Silva, Sousa e Santos (2023), em “Impacto da Era Digital na Saúde Mental dos Jovens”. Os resultados apontam para a necessidade urgente de políticas públicas educacionais integradas à saúde mental, bem como de práticas pedagógicas que favoreçam a identificação precoce e o suporte psicossocial aos estudantes, assim como um trabalho de atividade física e incentivo a atividades de lazer, cultura para que os jovens “rompam os grilhões” desse mal contemporâneo denominado ansiedade. Palavras-chave: Ansiedade escolar. Saúde mental. Educação. Terapia Cognitivo Comportamental. Políticas públicas.Downloads
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Publicado
2025-10-14
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Seção
Categoria II: Pesquisadores da Educação Básica
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